Michelle Bolsonaro agiu para favorecer amigos em programa emergencial da Caixa, diz revista
A Procuradoria da República do Distrito Federal arquivou na terça-feira (25) o processo que investigava a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em casos de supostos favorecimentos para que amigos conseguissem empréstimos de forma facilitada pela Caixa. As informações são da Folha.
O banco enviou ao MPF (Ministério Público Federal) um ofício negando que tenha havido favorecimento de pessoas próximas à família do presidente Jair Bolsonaro (PL).
O caso foi revelado em 2021 em uma reportagem da revista Crusoé, que implicava Michelle e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, uma vez que ela teria tratado do tema pessoalmente com ele.
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Na reportagem, foi divulgado um e-mail de uma assessora de Michelle avisando sobre o envio de “documentos dos microempresários de Brasília que têm buscado créditos a juros baixos”. A mensagem fazia referência a uma conversa por telefone entre Michelle e Pedro Guimarães sobre o tema.
Segundo a revista, a Caixa abriu uma apuração interna após o sistema de controle ter detectado um “fato estranho” durante uma auditoria, na qual foi identificada a sigla PEP (“pessoa exposta publicamente”), e chegado a uma lista de nomes indicados pela primeira-dama.
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Michelle Bolsonaro agiu para favorecer empresas de amigos na
busca por créditos de programas emergenciais da Caixa
durante a pandemia do coronavírus(Fotos: Reprodução)
Os integrantes da lista foram enquadrados no Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) e não há indícios de que os valores liberados ultrapassassem os limites previstos em lei.
Fonte: Isto É
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