23 de Abril de 2026

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Segurança Pública - 05/05/2023

Mortes com requinte de crueldade: veja como o miliciano Tandera aterroriza comunidades em que atua

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Foto: Reprodução

Em fotos e vídeos, bandidos registraram decapitações, assassinatos à bala, amputações e zombarias contra as vítimas

Na denúncia do Ministério Público do Rio contra a milícia de Danilo Dias Lima, o Tandera, foram disponibilizados vídeos, imagens e relatos da violência praticada pelo grupo paramilitar, atuante na Baixada Fluminense, principalmente nas cidades de Seropédica, Queimados e Nova Iguaçu. Entre os registros, há cenas de decapitação, mortes à bala, amputação, humilhação e zombaria das vítimas.

 

Por pouco mais de dois minutos, por exemplo, um vídeo revela a decapitação de seis jovens em 2018. Outro material mostra a morte de dois rapazes, em 2020, baleados na cabeça por terem cometido roubos nas regiões dominadas pelo grupo.

 

Os vídeos mostram o antes, o durante e o depois das execuções, feitas, segundo a investigação, para amedrontar e controlar moradores, além de intimidar rivais. Os conteúdos foram encontrados pelo MP a partir do armazenamento pessoal, em celulares e computadores, de integrantes da milícia.

 

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No material de 2018, o próprio Tandera aparece decapitando um dos jovens ainda vivo. Depois, todos os corpos foram enfileirados, e as cabeças, colocadas entre as pernas de cada um. O miliciano chega a tirar uma “selfie” com os corpos ao fundo. Já no de 2020, ele aparece virando a cabeça de um dos mortos com o pé; o tênis que usava, inclusive, o fez ser identificado durante a investigação: era um par da marca italiana Dolce & Gabbana.

 

Os disfarces de Tandera

 

Mortes com requinte de crueldade: veja como o miliciano Tandera aterroriza  comunidades em que atua | Casos de Polícia | extra


Para não ser reconhecido e preso, Tandera costuma usar disfarces, como pintar a barba, usar perucas ou boina e óculos. A estratégia foi descoberta por agentes do MP a partir de selfies feitas pelo miliciano após a quebra de sigilos telefônicos durante a investigação, na qual, além dele, mais 16 pessoas foram alvos de uma operação conjunta com a Polícia Civil na quarta-feira (3).

 

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Fotos: Reprodução

 

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De acordo com a denúncia do MP, o miliciano usava os disfarces para ir aos encontros com seus aliados. Em um deles, aparece com cabelos longos e cacheados e óculos. Em outro, cabelo aparado e barba tingida. Para a execução dos seis jovens, usou uma espécie de farda na cor preta de força especial e cobriu o rosto e a cabeça, deixando apenas os olhos à mostra.

 

Fonte: com informações do Portal Extra

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