18 de Maio de 2026

NOTÍCIAS
Geral - 01/05/2024

Moraes manda soltar policial militar preso após 8 de Janeiro

Compartilhar:
Foto: Reprodução/Google

O coronel Marcelo Casimiro era o comandante do 1º Comando de Policiamento Regional (CPR) da PMDF durante as manifestações

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal, mandou soltar o coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues, membro da cúpula da (Polícia Militar do Distrito Federal) e investigado no inquérito do 8 de Janeiro. No fim de abril, a PGR (Procuradoria-Geral da República) se posicionou a favor da liberdade provisória para o coronel.

 

O coronel Marcelo Casimiro era o comandante do 1º Comando de Policiamento Regional (CPR) da PMDF durante as manifestações. A unidade coordena uma série de batalhões da corporação, incluindo o 6º, responsável pela Esplanada dos Ministérios. Foi exonerado do cargo após os atos de vandalismo. Em depoimento à CPI da Câmara Legislativa do DF, que apurou os atos extremistas, ele disse que estava de folga no dia das manifestações.


No início de abril, Moraes voltou atrás e mandou prender novamente coronel. Em março, Moraes tinha mandado soltar o policial por achar que Casimiro estava na reserva. O coronel segue em serviço. A informação da nova prisão foi confirmada pela defesa do policial.

 

Veja também 

 

DIA DO TRABALHADOR: Prefeitura de Manaus já inseriu mais de 16 mil pessoas no mercado de trabalho desde 2021

Dia do trabalhador: Profissionais expressam alegria e orgulho de fazerem parte da história das obras do Governo do Amazonas

Foto: Reprodução/Google

 

Em fevereiro, a PMDF transferiu alguns policiais para a reserva remunerada. Eles recebem R$ 18 mil por mês desde então. A portaria que concede o benefício diz que os policiais foram transferidos em razão do tempo de serviço.Segundo a PGR, a cúpula da PMDF deixou de agir para impedir os atos extremistas contra as sedes dos Três Poderes devido ao alinhamento ideológico com os criminosos que atentaram contra o Estado Democrático de Direito.

 

Segundo as investigações, os policiais trocaram mensagens e difundiram informações falsas de teor golpista antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2022. A PGR informou que foi constatada uma “profunda contaminação ideológica de parte dos oficiais da Polícia Militar do DF que se mostrou adepta de teorias conspiratórias sobre fraudes eleitorais e de teorias golpistas”.

 

Curtiu? Siga o Portal Mulher Amazônica no FacebookTwitter e no Instagram.

Entre no nosso Grupo de WhatApp e Telegram. 

 

Segundo o órgão, há ainda menção a provas de que os policiais — que ocupavam cargo de comando da corporação — receberam, antes do 8 de Janeiro, diversas informações de inteligência que sugeriam as “intenções golpistas” do movimento e o “risco iminente da efetiva invasão às sedes dos Três Poderes”. 

 

Fonte: com informações do Portal R7

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Nome:

Email:

Mensagem:

LEIA MAIS
Fique atualizada
Cadastre-se e receba as últimas notícias da Mulher Amazônica

Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.