20 de Abril de 2026

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Política - 29/01/2024

Moraes autoriza buscas em hotéis e motéis frequentados por Carlos Bolsonaro

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Foto: Reprodução Google

Filho "02" do ex-presidente Jair Bolsonaro, o vereador é acusado de atuar junto à Abin para ter acesso a informações sigilosas de inquéritos que corriam na PF

A Polícia Federal solicitou acesso e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou buscas em hotéis e motéis frequentados pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho "02" do ex-presidente Jair Bolsonaro. O magistrado também determinou busca pessoal em veículos, armários e eventuais portas falsas para enganar as autoridades.

 

De acordo com a Polícia Federal, uma conversa identificada no WhatsApp entre a ex-assessora de Carlos, Luciana Almeida, e o deputado federal Alexandre Ramagem — representado pela assessora Priscilla Silva, na época em que ele era chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) —, mostra que o vereador usava interlocutores para ter acesso a investigações sigilosas da corporação.

 

Na mensagem, Luciana pede ajuda para obter informações sobre um inquérito que corria na superintendência da corporação, no Rio de Janeiro, o qual se suspeitava que os alvos eram Jair Bolsonaro e seus três filhos.

 

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"Diante de todo o exposto, nos termos do art. 21 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, defiro os pedidos e determino a busca e apreensão domiciliar (residencial e profissional) e pessoal de documentos, computadores, tablets, celulares e outros dispositivos eletrônicos, bem como de quaisquer outros materiais relacionados aos fatos, inclusive, para que, caso não se encontre no local da realização da busca, proceda-se à apreensão de objetos e dispositivos eletrônicos de que tenha a posse, bem como a busca em quartos de hotéis, motéis e outras hospedagens temporárias onde o investigado tenha se instalado, caso esteja ausente de sua residência", escreveu Moraes.

 

 

 

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Fotos: Reprodução

 

As diligências desta segunda-feira miram o núcleo político da organização criminosa que se instalou na Abin. O foco são os destinatários de informações coletadas ilegalmente de 1,8 mil pessoas, entre elas deputados, jornalistas, advogados e ministros do Supremo.

 

Nove mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, atendendo pedido da PF.

 

Fonte: com informações do Portal Correio Braziliense 

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