20 de Abril de 2026

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Política - 03/02/2025

Ministra Cármen Lúcia nega pedido de Bolsonaro para anular investigação sobre cartões de vacina

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Foto: Reprodução/Google

Para defesa de Bolsonaro, Moraes não cumpriu o rito legal ao abrir e investigação. Cármen Lúcia discorda

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou no sábado, 1º/2, um pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para anular a investigação sobre uma associação criminosa que inseriu dados falsos de vacinação contra a covid-19, em sistemas do Ministério da Saúde, para a família de Bolsonaro.

 

Para a ministra, a defesa do ex-presidente não provou que houve "flagrante ilegalidade" do ministro Alexandre de Moraes ao abrir a investigação. O argumento da defesa era de que Moraes teria burlado o rito legal ao iniciar um inquérito policial por meio da petição. “O que foi autuado como ‘petição’ é preponderamente um inquérito policial deflagrado pelo Exmo. Sr. Ministro Alexandre de Moraes”, diz a defesa.

 

A ministra, no entanto, pontuou que a defesa não respeitou o prazo de 120 dias a partir do ato de Moraes para solicitar um mandado de segurança junto à Corte. Além disso, para Cármen Lúcia, a defesa não conseguiu provar que a decisão de Moraes foi ilícita.

 

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“Ausentes os requisitos legais autorizadores desta impetração, na esteira da consolidada jurisprudência deste Supremo Tribunal, indefiro o presente mandado de segurança“, decidiu Cármen Lúcia.

 

Entenda

 


Segundo a PF, foram inseridos dados falsos nos sistemas Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI) e Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) do Ministério da Saúde entre novembro de 2021 e dezembro de 2022. Como consequência, houve a alteração da real condição de imunizado contra a covid-19 no Brasil.

 
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Os suspeitos, então, puderam emitir os respectivos certificados de vacinação e utilizá-los para burlarem as restrições sanitárias impostas no Brasil e nos Estados Unidos, segundo a Polícia Federal. O objetivo do grupo seria sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a covid-19. Bolsonaro virou alvo da operação por ter sido um dos beneficiados pela falsificação. 

 

Fonte: com informações do Correio Braziliense

 

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