17 de Maio de 2026

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Concursos e Empregos - 19/05/2022

Ministério Público recomenda que Estado mantenha regras de editais do concurso da PC-AM

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Foto: Reprodução

Órgão quer que o Governo do Amazonas mantenha o número de provas a serem corrigidas no concurso

O Ministério Público do Amazonas (MP-AM) recomendou que o Estado mantenha as regras dos editais do concurso Polícia Civil do Amazonas (PC-AM). O órgão quer impedir que o Governo do Amazonas aumente o número de provas discursivas a serem corrigidas.

 

A recomendação é da 61ª Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial (Proceap). No entendimento do promotor de Justiça João Gaspar, o Estado deve seguir as regras descritas nos editais nº 01 e 02/2021/PCAM.

 

"Cabe ao Ministério Público, e em especial ao Proceap, zelar pela defesa dos direitos, das garantias e dos princípios previstos na Constituição, colaborando para fortalecer o sentimento de que devemos obediência, antes de tudo, ao Império do Direito", disse o promotor.

 

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O MP publicou a recomendação no Diário Oficial Eletrônico do órgão da última sexta-feira, 13, um dia após o governador Wilson Lima anunciar a ampliação da quantidade de provas discursivas a serem corrigidas. A decisão do Estado também ampliaria o cadastro de reserva de candidatos aprovados.

 

O Ministério Público destacou que o Estado anunciou o aumento do número de provas discursivas a serem corrigidas "bem depois da data de realização das provas", realizadas nos dias 27 de março e 3 de abril.

 

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Fotos: Reprodução

 

De acordo com o MP, a recomendação trata especificamente da cláusula de barreira da primeira fase dos concursos para os cargos de delegado, investigador e escrivão. A intenção do Ministério Público, segundo o promotor João Gaspar, é manter a previsão original do número de provas discursivas a serem corrigidas.

 

"Continuaremos vigilantes sobre todas as etapas dos concursos em andamento, sempre com o objetivo de aperfeiçoar a atividade policial e atender às expectativas por segurança da sociedade amazonense", afirmou o promotor.

 

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O Ministério Público deu prazo de 30 dias para que o Estado apresente as providências adotadas.

 

Fonte: Portal G1

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