02 de Maio de 2026

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Mulher na Política - 30/01/2024

Ministério cria grupo para combater violência política a mulheres LGBTs

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Foto: Reprodução

Ministério das Mulheres criou grupo de trabalho para debater o tema e desenvolver ações que estimulem mulheres LGBTQIA+ a ocuparem espaços políticos

O governo federal criou, nesta terça-feira, 30/1, um grupo de trabalho (GT) para discutir a violência política contra a população de mulheres lésbicas, bissexuais, transsexuais e travestis. O GT será comandado pelo Ministério das Mulheres, de acordo com publicação no Diário Oficial da União (DOU).

 

O grupo de trabalho que debaterá violência política contra mulheres LGBTQIA+ terá, entre suas funções, a criação e o desenvolvimento de ações estratégicas de formação política, que estimulem e habilitem as mulheres lésbicas, bissexuais, trans/travestis a ocuparem espaços políticos. Esse plano terá as eleições municipais deste ano como foco.

 

O GT também vai elaborar um mapeamento e um diagnóstico da participação política destas mulheres em estados e municípios nos anos de 2020, 2022 e 2024. Além disso, o Ministério das Mulheres produzirá materiais de conscientização e prevenção à violência política, como cartilhas, folders e cartazes.

 

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Ministério das Mulheres cria grupo de trabalho para discutir violência  política contra lésbicas, bissexuais, trans e travestis - SBT News

 

Combate à desinformação


De acordo com a publicação no DOU, o GT comandado pelo Ministério das Mulheres vai criar medidas para combater a desinformação de gênero, fake news, misoginia, racismo "e demais manifestações de violências cometidas na internet".

 

O grupo será composto pela Secretaria Nacional de Articulação Institucional, Ações Temáticas e Participação Política, além da Coordenação-Geral de Participação Política das Mulheres em Espaços de Poder, a Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, o Observatório Brasil de Igualdade de Gênero, a assessoria do gabinete da ministra das Mulheres e representantes da sociedade civil.

 

Em Junho, a comunidade LGBT sai à rua — e o PSD continua sem sair do  armário | LGBT | PÚBLICO

Fotos: Reprodução Google

 

Para integrar o GT poderão ser convidados representantes de ministérios (Direitos Humanos e da Cidadania, Igualdade Racial, Povos Indígenas, Justiça e Segurança Pública, Educação e Saúde), do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

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Os trabalhos se iniciarão a partir da próxima semana, na terça-feira (6/2). O relatório final será encaminhado ao Ministério das Mulheres. 

 

Fonte: com informações Correio Braziliense

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