Na ocasião, grupos golpistas contestaram o resultado das eleições e invadiram as instalações do Palácio do Planalto, do Congresso e do STF
O Conselho de Supervisão da Meta, empresa mãe do Facebook, Whatsapp e Instagram, afirmou que a plataforma cometeu um erro ao não retirar do ar vídeos que incitavam os ataques antidemocráticos em Brasília, no dia 8 de Janeiro. As informações são da Folha de S. Paulo.
Na ocasição, movimentos antidemocráticos que contestam o resultado das eleições presidenciais e se organizaram por meio de plataformas como WhatsApp, Telegram, Facebook, TikTok, YouTube, Kwai e outras, ocuparam a Esplanada dos Ministérios, na área central e, de lá, invadiram e depredaram as instalações do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).
Agora, o órgão independente, mas financiado pela Meta, disse que a empresa "não fez o suficiente para combater o potencial abuso de suas plataformas por meio de campanhas coordenadas como as que vimos no Brasil".
Veja também

Pesquisa do Amazonas sobre consumo de peixes é destaque em revista científica internacional
Avaliação
.jpg)
Foto: Reprodução
Além disso, afirmou que "a remoção deste conteúdo um vídeo e outros similares é necessária e proporcional para proteger o direito dos brasileiros ao voto e a participar na vida pública". A referência é feita a um vídeo, postado no dia 3 de janeiro deste ano, no qual um general indicava que, como última alternativa após a posse de Lula (PT) na presidência, o Congresso deveria ser sitiado. O conteúdo foi assistido mais de 18 mil vezes.
Nas redes sociais, usuários denunciaram o conteúdo que questionava, mas após análise, a conclusão foi de que o vídeo não violou as regras da plataforma - a publicação, no entanto, só foi removida no dia 20 de janeiro. De acordo com a Folha de S. Paulo, após a seleção do caso para análise, a Meta afirmou que suas várias decisões de manter online o conteúdo golpista tinham sido um erro.
Após a análise, os conselheiros recomendaram algumas ações para a Meta as recomendações do conselho, que não são vinculantes, está o desenvolvimento de ferramentas que permitam à Meta medir a eficiência de seus esforços de integridade eleitoral e divulgar as avaliações ao público "para impedir que suas plataformas sejam usadas para promover violência política".
Fonte: com informações do Portal Terra
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.