Figura crucial da oposição venezuelana, ela foi barrada das eleições presidenciais apesar de amplo apoio, desafiando o governo de Nicolás Maduro
Enquanto a Venezuela se prepara para o que pode ser uma eleição presidencial histórica no domingo, 28, um dos nomes mais importantes na disputa não está na cédula: María Corina Machado – a mulher que galvanizou o movimento de oposição da Venezuela e que muitos eleitores veem como a verdadeira desafiante ao socialista incumbente Nicolás Maduro.
Doze anos atrás, Machado se apresentou na cena política da Venezuela confrontando o então presidente Hugo Chávez no Congresso. Chávez, então no auge de seu poder, estava fazendo seu discurso anual sobre o estado da nação. Machado, então uma política de oposição que perdeu sua corrida nas primárias para desafiar Chávez pela Presidência, levantou-se e gritou de volta para o presidente no pódio.
Chávez a dispensou como se não fosse nada, dizendo a ela: “Uma águia não caça uma mosca”. No domingo, 28, mais uma vez, Machado não estará na cédula — mas não por falta de popularidade.
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Uma capitalista declarada que prometeu a privatização de várias indústrias estatais, Machado ganhou mais de 90% dos votos nas primárias da oposição no ano passado, mas foi impedida de concorrer a cargos públicos após alegações de que não incluiu alguns vales-alimentação em sua declaração de bens.
Machado descreveu a decisão de barrá-la, confirmada pelo Supremo Tribunal da Venezuela, como ilegítima, injustificada e inconstitucional. O atual candidato da oposição à Presidência, Edmundo González, é apoiado por Machado, que tem feito campanha em seu nome para mobilizar os eleitores.
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Fotos: Reprodução Google
Especialistas dizem que seus esforços agora podem representar a ameaça mais significativa ao domínio de Maduro em anos, enquanto ele luta para conquistar um terceiro mandato.
Fonte: com informações do Portal CNN Brasil
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