23 de Abril de 2026

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Política - 02/10/2021

Manifestações contra o governo Bolsonaro ocorrem em diversas capitais neste sábado

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Foto: Estadão Conteúdo

Movimentos populares e sindicais foram às ruas no Campo Grande, em Salvador, em protesto contra o governo Bolsonaro

Manifestações de protesto contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ocorrem neste sábado 2, em diversas cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, os manifestantes começaram a se concentrar na Candelária, região central da capital, por volta das 10h.

 

Cerca de 30 minutos depois, os manifestantes começaram a caminhar pela avenida Presidente Vargas em direção à Cinelândia. Perto das 12 horas, parte do grupo já se reunia na Cinelândia, onde há um palco montado. O deputado federal Marcelo Freixo (PSB) participa do ato nesta manhã.

 

Os atos de hoje contam com a adesão de mais de 20 legendas partidárias. Segundo os organizadores, há eventos confirmados em 251 cidades brasileiras e em 16 países.

 

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Concentração para manifestação contra o presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro

(Foto: Lucas Neves/CNN Brasil 2.out.2021)

 

Em Salvador, os manifestantes caminham da praça do Campo Grande em direção à praça Castro Alves, onde devem se concentrar no início desta tarde. Já em Fortaleza, a concentração começou por volta das 8h. Perto das 11h, os manifestantes saíram em caminhada da praça da Bandeira, onde se concentravam, até a praça do Ferreira, na região central da capital.

 

Manifestantes se reúnem no Rio de Janeiro para protesto

contra o governo federal

 

No Recife, os manifestantes se reuniram na praça do Derby no início da manhã e caminham em direção ao Pátio do Carmo. Vias da região central foram bloqueadas para o trânsito de veículos. Os manifestantes se posicionam contra a reforma Administrativa, pedem vacinas, protestam contra a fome e pelo impeachment de Bolsonaro.

 

Manifestantes e políticos ocupam as ruas do centro do Rio na manhã deste

sábado (2) contra o  governo do Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

(Fotos: Lorando Labbe / Estadão Conteúdo)

 

As principais lideranças políticas, além de artistas, devem se concentrar na Avenida Paulista, região central de São Paulo, a partir das 13h (horário de Brasília). A abertura da manifestação na capital paulista será feita por líderes de diversas religiões.

 

Candidato do PT em 2018, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad, assim como os presidenciáveis Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o senador Alessandro Vieira (Cidadania), confirmaram presença na Paulista. Também provável candidato em 2022, Ciro Gomes (PDT) anunciou que estará nos atos em São Paulo e no Rio de Janeiro. O governador de São Paulo, João Doria, não comparecerá por estar em campanha das prévias do PSDB, em Minas Gerais.

 

Não há previsão de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compareça nos atos de São Paulo. No entanto, ele tem sido pressionado pelas centrais sindicais a participar ao menos por vídeo. A presidente do partido, Gleisi Hoffmann, anunciou que estará presente.

 

Há ainda a previsão de que parlamentares participem por meio de vídeos que serão exibidos próximo ao Masp (Museu de Arte de São Paulo). A senadora Simone Tebet (MDB), o senador José Anibal (PSDB), os deputados Junior Bozzella (PSL) e Fabio Tradi (PSD) e o fundador do Novo, João Amoedo, devem falar por vídeo.

 

Os protestos de hoje foram organizados em conjunto pela campanha Fora Bolsonaro (que promoveu os atos anteriores e reúne centrais sindicais, movimentos populares e partidos de esquerda), pela entidade civil Fórum pela Democracia Direitos Já! e por lideranças dos nove partidos que assinaram pedidos de impeachment do presidente (PSOL, PCdoB, PT, PDT, PSD, Rede, PV, Cidadania e Solidariedade).

 

(Foto: Reprodução)

 

Em 12 de setembro, atos convocados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e pelos grupos Vem Pra Rua e Livres aconteceram em 18 capitais e no Distrito Federal, mas tiveram baixa adesão.

 

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As manifestações também contaram com apoio de políticos da direita, do centro e de esquerda. O PT e outras legendas de esquerda não participaram e já se articulavam para os atos deste sábado. Doria, Ciro, Mandetta e Amoêdo participaram dos atos no último dia 12 na Paulista.

 

Fonte: CNN Brasil

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