Docente atuava na área de alfabetização da Escola Classe Vale Verde, em Planaltina (DF), e lecionava para crianças da mesma idade da vítima
Uma condenação a 16 anos, 9 meses e 18 dias de prisão em regime fechado pelo estupro de uma aluna – filha da enteada do acusado e com 9 anos à época – não foi o suficiente para levar um professor aposentado da rede pública de ensino do Distrito Federal à prisão. O crime ocorreu em 2021 e segue impune até hoje.
Oito meses após a sentença transitar em julgado, e não ser mais possível recorrer no processo, o acusado – que não terá o nome divulgado para preservação da identidade da vítima – não foi preso.
Além disso, a defesa do condenado chegou a apresentar um laudo de doença para tentar mudar o regime de cumprimento da pena para domiciliar. O documento não havia sido analisado pela Justiça até a mais recente atualização desta reportagem.
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“De que vale uma denúncia, uma sentença, se ela não é cumprida? Por isso, muitos não denunciam e falam que não adianta. É um sofrimento tudo isso. Até quando serão dados prazos e nada será feito? Por que ele não é preso, como manda a sentença, e depois é analisada a prisão domiciliar?”, indagou a mãe da vítima, em entrevista ao Metrópoles.
Trauma, ansiedade e depressão
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Fotos: Reprodução/Google
A denúncia do caso detalha que os abusos aconteciam quando a vítima ia à chácara dos avós para passar o fim de semana desacompanhada dos pais. Quando o avô, que é padrasto da mãe da vítima, colocava a menor para dormir, abusava dela.
Ao descobrirem o que ocorria, os pais da menina procuram a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) para denunciar o crime. À reportagem a mãe da menina contou que a filha desenvolveu depressão e, atualmente, faz acompanhamento com um psiquiatra.
Fonte: com informações Metrópoles
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