Aliados do presidente acusam oposição de travar PEC da Segurança e atrasar ações integradas contra facções.
O governo Lula tenta acelerar medidas nacionais contra o crime organizado mesmo diante da resistência de governadores ligados ao bolsonarismo, segundo aliados do Palácio do Planalto.
A avaliação no entorno do presidente é que propostas como a PEC da Segurança Pública e o Projeto de Lei Antifacção enfrentam bloqueios políticos articulados por governadores de oposição e setores do Congresso Nacional.
Entre os nomes citados nos bastidores estão gestores de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina. O grupo teria atuado para frear o avanço da PEC, atualmente parada no gabinete do senador Davi Alcolumbre.Auxiliares de Lula afirmam que o combate às facções depende de integração entre União e estados, principalmente para atingir financeiramente organizações criminosas.
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No Planalto, a avaliação é que operações estaduais isoladas, como ações contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro, não conseguem desmontar a estrutura financeira das facções.

Fotos: Reprodução/Google
Mesmo atribuindo parte da demora à oposição, aliados do presidente admitem que divergências internas dentro do próprio governo também retardaram o lançamento de ações nacionais na área da segurança pública.
Fonte: com informações BNC
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