Oposição promete acionar a Justiça após o desfile da Acadêmicos de Niterói que homenageou Lula. Planalto nega irregularidades
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a se manifestar sobre sua participação na abertura dos desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, na Marquês de Sapucaí no domingo (15/2), e ignorou críticas da oposição, que aponta propaganda antecipada e uso irregular de dinheiro público.
“Uma noite inesquecível na Sapucaí. Niterói, Imperatriz, Portela e Mangueira: quatro escolas e uma só emoção. Quanta criatividade e talento juntos na avenida. Foi lindo. Obrigado, Rio!”, escreveu Lula em postagem nas redes sociais com imagens do evento. Veja:
A Acadêmicos de Niterói homenageou o petista com um samba-enredo que abordava a trajetória desde a infância até o atual mandato. O desfile trouxe referências a adversários políticos, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que apareceu representado como um palhaço, preso e utilizando uma tornozeleira eletrônica danificada.
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Foto: Reprodulção/Google
O petista acompanhou as apresentações do camarote do Sambódromo ao lado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, e políticos. Em vídeo publicado nas redes sociais na tarde desta segunda (16/2), o chefe do Planalto classificou a noite como “inesquecível”. A publicação traz imagens do petista na avenida, cumprimentando membros das escolas.
O tributo a Lula já gerava polêmica antes mesmo de acontecer. Parlamentares e partidos de oposição acionaram a Justiça para impedir a realização da homenagem, sob alegações de uso de recursos públicos e propaganda eleitoral antecipada. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou duas liminares sobre o tema e argumentou que não havia “elemento concreto de campanha eleitoral antecipada”.
Após o desfile, a pressão contra o petista se intensificou. O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o Partido Novo prometeram buscar a Justiça. A sigla classificou a apresentação como uma “peça de propaganda” e disse que vai protocolar um pedido pela inelegibilidade do presidente.
Fonte: com informações Metrópoles
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