O chanceler alemão, Olaf Scholz, o presidente da França, Emmanuel Macron, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, e o presidente romeno, Klaus Iohannis, posam para uma foto em Kiev
O presidente francês Emmanuel Macron, o chanceler alemão Olaf Scholz e o primeiro-ministro da Itália Mario Draghi visitaram hoje, 16, a capital ucraniana Kiev. Os líderes europeus organizaram essa visita conjunta para conversar pessoalmente com o presidente Volodymyr Zelenskyi e discutir o futuro do país, que está sob ataque desde 24 de fevereiro.
Durante a chegada, Macron afirmou que a visita representa “um momento importante”, e que manda uma “mensagem de união” para o povo ucraniano. O líder francês afirmou ainda que crimes de guerra foram cometidos na cidade de Irpin, na entrada de Kiev. "É uma cidade heróica, marcada pelo estigma da barbárie", disse.
Assim como a cidade de Bucha, Irpin foi alvo de bombardeios intensos durante a ocupação do exército russo, em março. Os russos "destruíram jardins de infância, parques infantis. Vamos reconstruir tudo", adiantou Mario Draghi.
Veja também

Putin tem plano de fome para vencer guerra e desestabilizar Europa
China reitera apoio à Rússia nas questões de 'soberania e segurança'
Já Olaf Scholz afirmou que a Alemanha ajudará a Ucrânia a resistir à ofensiva alemã “pelo tempo que for preciso”. "Queremos assegurar que estamos organizando ajuda financeira, humanitária, mas também na questão de armamento", disse para a agência pública de notícias de Portugal RTP.

/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/R/Q/VEq3GgSZKWAiQYucuulA/ap22167406465717.jpg)
Fotos: Reprodução
Algumas horas após o início da visita dos líderes europeus, a Rússia anunciou a reabertura do corredor humanitário de Severodonetsk, em especial para os civis presos na fábrica de Azot. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 500 pessoas estão detidas no local em condições precárias.
Fonte: Portal Agência Brasil
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.