Senado rejeitar o nome de Jorge Messias para o STFa
Jorge Messias, ministro da Advocacia-Geral da União, afirmou hoje que "sabemos quem provocou tudo isso", após ter seu nome vetado pelo Senado para ocupar uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).
O que aconteceu
Discurso teve críticas à atuação de oposição. "Passei por cinco meses de um processo de desconstrução da minha imagem. Toda sorte de mentiras para me desconstruir ocorreu", disse Messias em entrevista coletiva. Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) é apontado como articulador do veto.
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Messias confirmou que conversou com 78 senadores desde que foi indicado pelo presidente Lula (PT). "Fui recebido de forma generosa", comentou ele. "Não tenho nada a falar nem a reparar acerca da conduta de ninguém. Eu só sou grato aos votos que recebi", disse.
Para indicado, saber ganhar ou perder "faz parte do processo democrático". "Hoje estamos diante de um processo que tem um grande significado. Não é simples para alguém com a minha trajetória passar por uma reprovação", afirmou ele.
Ministro afirmou que cumpriu "desígnio". "Sou grato a Deus por ter chegado até aqui", afirmou aos jornalistas ainda no Senado. "Participei de forma íntegra e franca de todo esse processo."

Ministro frisou que sua trajetória "não acaba aqui". "Sou um servidor público de carreira, concursado. Não preciso de um cargo público para me sustentar, para ter qualquer tipo de benefício pessoal", disse Messias, de 46 anos.
Por fim, Messias agradeceu apoio do presidente. "Sou grato pela confiança que Lula depositou em mim", afirmou. "Agradeço aos meus irmãos que oraram por mim", acrescentou.

Fotos: Divulgação
Messias recebeu apoio de ministro das Relações Institucionais. Antes do indicado ao STF falar com a imprensa, José Guimarães (PT) afirmou que Lula encaminhou "o melhor nome" disponível para a vaga e que Messias "é um quadro dos mais qualificados do ambiente jurídico do Brasil".
O Senado desaprovou o nome do Messias. Cabe agora o Senado explicar as razões dessa desaprovação e a nós, evidentemente, aceitarmos o resultado com a maior serenidade possível.
Fonte: Uol.com.br/politica
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