Ao final de sua vida, concentrou seu ativismo em torno do feminismo libertário, tendo trabalhado na Associação das Feministas Libertárias (ALF) e na Feminists For Free Expression.
Figura central para o entendimento da história do libertarianismo norte-americano, Joan foi ativista política, jornalista e editora.Amiga íntima de Ayn Rand, ajudou a fundar o Libertarian Party em 1970 e publicou artigos sobre feminismo nas revistas Libertarian Review, Reason e The Freeman; além disso, tornou-se comentarista semanal do programa de rádio Byline, realizado em parceria com o Cato Institute.
Ao final de sua vida, concentrou seu ativismo em torno do feminismo libertário, tendo trabalhado na Associação das Feministas Libertárias (ALF) e na Feminists For Free Expression.
Veja também

A história das mulheres na luta pelo acesso à educação
.jpeg)
Foto: Reprodução/Google
Joan foi de importante valia para a expansão do movimento libertário nos Estados Unidos, servindo até hoje de inspiração para inúmeras lideranças, como Sharon Presley. Morreu em 2015 aos 78 anos, deixando uma importante mensagem: de que a liberdade deve atingir a todos, e não apenas os segmentos mais privilegiados da sociedade; caso contrário, ela não é plena.
Fonte: com informações do Portal Students For Liberty
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.