Estado judeu mantém política de decapitação do regime islâmico, visando enfraquecer sua estrutura
Forças de Israel mataram nesta segunda-feira, 6, o general Majid Khademi, chefe de inteligência da poderosa Guarda Revolucionária, principal ente do governo islâmico do Irã. Ele foi morto em um bombardeio no começo da manhã em Teerã.
Com isso, a face de decapitação do regime da campanha militar liderada pelos Estados Unidos segue nas mãos principalmente de Israel, que na aurora da guerra matou o líder supremo, Ali Khamenei, e dezenas de chefes militares e políticos em Teerã.A teocracia, por ora, sobrevive, com todos os assassinados sendo substituídos. Mas analistas apontam que a prática, conhecida no jargão militar como "cortar grama", acaba por enfraquecer as estruturas políticas.
O Hamas palestino e Hezbollah libanês não se recuperaram ainda do ataque à suas lideranças por Israel nos embate posteriores aos ataques terroristas do 7 de outubro de 2023.
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Foto: Reprodução/Google
A mais recente ação contra um alvo graduado no Irã havia sido a morte do chefe da Marinha da Guarda, responsável pelo fechamento do estratégico estreito de Hormuz, no dia 26 passado. O próprio comandante da entidade militar, Mohammad Papkour, morreu no primeiro dia da guerra, 28 de fevereiro.Além de Khamenei e comandantes militares, o Estado judeu também matou o principal nome político do país persa, Ali Larijani, então chefe do Conselho de Segurança Nacional do Irã. Ele era visto como um linha-dura, mas também o nome mais apto a conduzir negociações para tentar encerrar o conflito.
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Fonte: com informações Folha de São Paulo
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