Desenho para mulheres com estilo próprio, com personalidade, elegantes sem ser caretas e atualizadas sem ser fashion-victims.
Musa de Karl Lagerfeld e embaixadora da Chanel nos anos 1980; hoje, escritora best-seller e estilista de sua própria marca, Ines de la Fressange fala de moda e de vida. Donata Meirelles: Seu livro, A Parisiense, foi best-seller no Brasil e agora você abre em São Paulo sua primeira loja na América Latina.
Ines de la Fressange: Fiquei surpresa com o sucesso do livro no Brasil. Meu amigo Bruno Astuto, jornalista me contou e achei que ele estava exagerando. Na minha loja em Paris sempre tenho clientes brasileiras, e muitas disseram que seria uma boa ter uma loja no Brasil.
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Desenho para mulheres com estilo próprio, com personalidade, elegantes sem ser caretas e atualizadas sem ser fashion-victims. Faço roupas para a vida, para se movimentar, rir, dançar. Acredito que as brasileiras se identificam com isso.
Uma brisa parisiense chegando a São Paulo, básicos de luxo para os dias de verão faça chuva ou faça sol e muitas flores, porque “gentileza gera gentileza”.Como foi a transição de modelo para estilista, de criatura para criadora?
Adorei o “de criatura para criadora”! Foi uma aventura fantástica. Com Karl Lagerfeld inventamos o papel da embaixadora de marca e mostramos que Chanel ainda era um estilo totalmente viável – o que estranhamente não era tão óbvio na época. Eu ficava no estúdio com ele, participando do desenvolvimento da coleção. Aprendi meu ofício com o melhor professor na melhor escola.
Quanto a pandemia afetou a indústria da moda e nossa relação com ela?Estou orgulhosa por minha marca estar viva – as vendas online têm crescido. Algumas coisas com que estávamos acostumados não vão mais voltar, mas a moda nunca morre. Acredito em um maior frescor, alegria e autenticidade. Adquirimos certa sabedoria, espero…
Modelo, escritora, estilista. O que vem a seguir?
Fotos: Reprodução/Instagram
Ah, sinto prazer em várias coisas: decorar um hotel, viajar para a Índia ou trabalhar na mecenat-cardiaque.org, que auxilia crianças com doenças cardíacas. Tudo é possível e tem a ver com as pessoas que te acompanham nessa jornada. Portanto, valorize suas conquistas e aproveite a vida.
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Desde 2010 a Flor Gentil se encarrega de transformar o cotidiano de lares para idosos, hospitais, instituições assistenciais e até estações do metrô de São Paulo em um jardim de empatia e gentileza. Os voluntários da ONG recolhem e dão um novo destino ao descarte das flores da decoração de grandes festas e eventos. Devidamente selecionadas, elas viram novos arranjos, distribuídos para mais de 70 instituições cadastradas.
“Existem poucos projetos voltados para uma população carente de atenção como são os idosos”, lembra Cecília E. Maia, diretora da Flor Gentil, criada originalmente por Helena Lunardelli. “Trata-se de uma forma de levar um momento feliz até eles”, resume. Os arranjos também são enviados para eventos de comunidades carentes. Devido à suspensão de grandes festas devido à pandemia, a Flor Gentil precisa de ajuda para manter o ciclo virtuoso “gentileza gera gentileza”.
Fonte: com informações do Portal Forbes
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