A queda brusca nas temperaturas, que veio acompanhada de ventos intensos, dificultou o combate aos incêndios no Pantanal. As equipes de combate foram reforçadas pelo Ibama.
As temperaturas começaram a cair no Pantanal, mas o vento intenso e seco dificultou o combate aos incêndios.Em Corumbá, cidade que registrou 35º na última sexta-feira, 5, os termômetros despencam 15º no sábado, 6. O frio veio acompanhado de ventos com 30 km/h.
Sem sinal de chuva, o fogo avança.Na região do Pantanal do Nabileque, próximo a BR-262, o Corpo de Bombeiros atua para impedir que as chamas cheguem ao Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, que já queimou em anos anteriores.
"Ali é uma área de grande biodiversidade e a gente também tem uma vasta região onde esse foco pode progredir. A gente tem que impedir o máximo possível que ele passe para aquela região ali. Então, a quantidade de matéria orgânica propensa a queimar ali é muito grande", conta Gabriel Ferreira Lopes, capitão do Corpo de Bombeiros do Mato Grosso do Sul.
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Foto: Reprodução/Google
Ao norte de Corumbá, boa parte do combate é feita durante a noite porque fica mais fácil de enxergar as chamas. Onde o fogo pode se espalhar por debaixo da terra, os bombeiros usam enxadas para abrir espaços.Atualmente, o ponto que preocupa é a terra indígena Kadiweu, que tem 540 mil hectares. O Ibama está reforçando e equipe no combate às chamas na região que, até então, não tinha sido atingida pelos incêndios deste ano.
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No local, vivem cerca de 1.700 indígenas de três etnias. Ao todo, 70 brigadistas trabalham para conter o avanço do fogo. Veículos especializados também foram enviados e o combate aéreo não está descartado."Estamos com as com a perspectiva de que até domingo a situação esteja sob controle e volte à normalidade lá daquele território", afirma Márcio Yule, coordenador do Ibama.
Fonte: com informações do Portal G1
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