Grupos assistidos pela Seas visitam aldeia indígena e berçário de plantas medicinais
No vibrante cenário do Dia dos Povos Indígenas, os Grupos de Convivência da Seas (Secretaria de Estado de Assistência Social) protagonizaram uma jornada inesquecível rumo à Aldeia Indígena Yupirungá Karapãna. Na quinta-feira,18/04, 30 mulheres dos grupos 'Libertamente', 'Energia' e 'Idade Dourada' mergulharam na riqueza cultural do Amazonas, explorando os tesouros da Aldeia situada no bairro Tarumã-Açu, Zona oeste de Manaus.
Sob a orientação da líder indígena Maria Alice Paulino, descendente do povo Piratapuia, os participantes foram conduzidos por uma jornada enriquecedora, desde o Centro de Ciências e Saberes Karapãna até o fascinante berçário de plantas medicinais. Lá, mergulharam nas tradições ancestrais, absorvendo a sabedoria transmitida através das gerações.
Maria Alice compartilhou não apenas conhecimentos, mas também histórias de resiliência e superação, destacando as lutas e desafios enfrentados por seu pai e seu povo ao longo dos anos. Sua mensagem ressoou entre os presentes, instigando reflexões sobre a importância da preservação cultural e do reconhecimento das demandas indígenas na sociedade contemporânea.
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Foto: Marcos Santtini/Seas
Enquanto os ventos da mudança sopram, Ana Paula Nogueira, diretora do Centro Estadual de Convivência da Família Magdalena Arce Daou, ressaltou a relevância dessas experiências para os membros dos grupos de convivência, em sua maioria idosos. Para muitos, essa jornada representou não apenas uma escapada da rotina, mas uma oportunidade de conectar-se com as raízes profundas da terra e da história.
Joaquina Melo da Costa, 75 anos, expressou sua gratidão pela oportunidade de explorar e aprender, compartilhando como essas atividades enriquecem sua vida cotidiana no Magdalena Arce Daou. Para ela, cada passo nessa jornada é uma celebração da vida e uma homenagem aos antepassados que moldaram o tecido da nossa sociedade.
Além disso, outros centros de convivência em diferentes regiões de Manaus uniram-se à celebração do Dia dos Povos Indígenas, oferecendo uma variedade de atividades que valorizam e reconhecem as contribuições dos povos originários para a identidade brasileira. Desde palestras e oficinas até exposições e apresentações culturais, a cidade ecoou com a reverência merecida aos guardiões das tradições milenares.
Neste mundo de ritmo acelerado, é essencial reservar momentos para celebrar, aprender e honrar as diversas culturas que nos cercam. Através de iniciativas como essas, a jornada rumo à compreensão e à harmonia entre todos os povos continua, iluminando o caminho para um futuro mais inclusivo e compassivo.
Fonte: com informações da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas)
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