De acordo com autoridades, Yamagami Tetsuya, um homem desempregado de 41 anos, disse que odeia um certo grupo não especificado, ao qual achava que Abe estava ligado
O suspeito do assassinato de Shinzo Abe confessou ter atirado no ex-primeiro-ministro japonês Shinzo Abe, disse a polícia em entrevista coletiva nesta sexta-feira (8).
De acordo com a polícia da cidade japonesa de Nara, Yamagami Tetsuya, um homem desempregado de 41 anos, disse que odeia um certo grupo, ao qual ele achava que Abe estava ligado.
A polícia disse que este grupo não teria relações com política, e sequer foi possível confirmar se esse grupo existe.
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Além disso, os policiais confirmaram que a arma utilizada no crime era caseira. Não estava claro se ele comprou partes da arma pela internet, nem se ela foi produzida em uma impressora 3D, ou se as balas também eram caseiras.
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“O material da arma caseira era uma mistura de metal e madeira”, afirmou a polícia.
Cerca de 90 investigadores participam dos trabalhos relacionados ao caso neste momento. Por volta das 17h17, no horário local, a polícia revistou o apartamento de Tetsuya.

Foram encontradas outras armas e explosivos. Os moradores das proximidades foram orientados a deixar suas casas.
Os investigadores disseram que o criminoso respondeu calmamente às questões e não demonstrou emoções enquanto falava.
A polícia confirmou que ele serviu na Marinha por três anos, e, no momento, está desempregado.

Agora, a polícia investiga se Tetsuya agiu sozinho, e se a segurança no evento era suficiente e tomou as atitudes adequadas.
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Tiro que matou Shinzo Abe atingiu coração, afirmam médicos

Fotos: Reprodução
A bala do tiro que matou o ex-primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, foi “profunda o suficiente para atingir seu coração”, afirmaram os médicos da Universidade de Medicina de Nara, que o trataram.
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Em uma entrevista coletiva nesta sexta-feira (7), eles afirmaram que Abe estava “sangrando profusamente” e os cerca de 20 profissionais médicos envolvidos não conseguiram estancar o sangramento.
Fonte: Portal CNN Brasil
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