05 de Maio de 2026

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Internacional - 01/04/2025

Governo Trump admite erro em deportação de imigrante para El Salvador

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Foto: Reprodução/Google

Governo de Donald Trump reconhece falha em deportação, mas diz não poder agir. Porta-voz chamou o imigrante de ?perigo para a comunidade?

O governo dos Estados Unidos admitiu ter cometido um erro ao deportar um imigrante salvadorenho que alegava estar sob ameaça de morte por gangues em seu país de origem. A administração de Donald Trump, no entanto, afirmou não haver mais nada a ser feito para reverter a decisão.

 

O caso veio à tona após autoridades reconhecerem que a deportação ocorreu devido a uma falha administrativa. A vítima, identificada como, Kilmar Abrego Garcia, havia solicitado asilo nos EUA, argumentando que sua vida corria perigo caso retornasse a El Salvador. No entanto, por um equívoco no processamento de sua documentação, ele foi enviado de volta ao país.

 

Desde que foi detido pelo serviço de migração e alfandega dos EUA, Garcia não tem contato com sua família. A defesa do governo norte-americano, reconheceu o erro da agência. “No dia 15 de março, embora o ICE estivesse ciente de que ele tinha proteção contra deportação para El Salvador, Abrego Garcia foi removido para El Salvador devido a um erro administrativo.”

 

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Segundo a administração de Trump, não há mecanismos legais para trazer o imigrante de volta após a deportação ter sido concluída. Essa declaração gerou críticas de organizações de direitos humanos, que classificaram o episódio como um reflexo da rigidez e ineficiência do sistema de imigração dos EUA. Durante coletiva de imprensa, Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, reafirmou a posição do governo.

 

“Mantemos a posição de que este indivíduo deportado não irá retornar ao nosso país e era um membro da brutal gangue MS-13”, declarou.

 

Leavitt ressalta que o governo possui informações que comprovam a participação do homem no comando da gangue. A porta-voz não apresentou tais dados, assim como não foram discriminadas evidências no documento judicial.

 

“Embora se reconheçam as dificuldades financeiras e emocionais para a família de Abrego Garcia, o interesse público em não retornar um membro de uma gangue criminosa violenta aos Estados Unidos supera esses interesses individuais.”

 

Fotos: Reprodução/Google

 

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Garcia desembarcou nos EUA aos 16 anos, visando fugir da ameaça de gangues em seu país. Casado com uma cidadã americana, o deportado é pai de uma cirança de 5 anos e não possui antecedentes criminais nos EUA. Governo de Trump chamou Garcia de um “perigo para a comunidade”. Enquanto seu advogado declara que a administração norte-americana acusa falsamente seu cliente de ser membro da gangue.

 

Fonte: com informações do Portal Metrópoles 

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