03 de Maio de 2026

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Economia - 29/05/2024

Governo marca leilão de compra de 300 mil toneladas de arroz importado

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Foto: Reprodução Google

Presidente da Conab diz que medida visa baratear o custo do produto para a população brasileira

A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) , órgão ligado ao Ministério da Agricultura , publicou um edital, nesta quarta-feira, 29, informando que marcou para 6 de junho o leilão para a compra de 300 mil toneladas de arroz importado.

 

De acordo com o governo federal, o preço do arroz será tabelado e cada quilo do produto será comercializado por R$ 4. No edital, a Conab ainda informou que o alimento importado será o "Arroz Beneficiado, Polido, Longo fino, Tipo 1", o mesmo produzido no Brasil. A previsão é o arroz chegue no país em setembro deste ano.

 

O presidente da Conab, Edegar Pretto, falou sobre a compra do arroz. "Temos uma grande procura por informações, tanto do Mercosul, como de outros países", disse Pretto, em coletiva de imprensa nesta quarta. "O governo tomou a decisão da retirada da TEC [tarifa de importação] para que outros países possam também entrar nesse leilão de igual para igual com os países do Mercosul, que já têm tarifa zero", continuou.

 

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Maior competição

 

 

Segundo o presidente da Conab, o objetivo da importação é baratear o valor do alimento para o consumidor em meio à crise no Rio Grande do Sul , maior produtor de arroz no país. "Vocês sabem que, nos últimos dias, especialmente nos últimos 30 dias, nós tivemos um aumento entre 30% e 40% no preço do arroz", comentou Pretto.

 

"Nós não queremos que essa compra importada venha a competir com a nossa produção nacional. Nós estamos comprando as primeiras 300 mil toneladas e vamos avaliar conforme será o comportamento do mercado. Se nós percebemos que essa medida já equilibrou os preços, o governo vai avaliar se haverá necessidade ou não de fazer um novo leilão", acrescentou.

 

"Não vai faltar arroz"

 

Fotos: Reprodução Google

 

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Mais cedo, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou os brasileiros não ficarão sem um de seus principais alimentos . Segundo o titular da pasta, embora as enchentes tenham afetado a produção no Rio Grande do Sul, mais de “80% já estava polida antes das adversidades climáticas na região”.

 

Fonte: com informações do Portal iG 

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