Ministérios discutem plano de contingência enquanto Lula prepara aceno a exportadores
O governo federal segue elaborando um plano de contingência para o caso de a tarifa de 50% sobre exportações brasileiras aos Estados Unidos entrar em vigor a partir de 1º de agosto. A proposta, que envolve a Fazenda, o Mdic, a Casa Civil e Relações Institucionais, será divulgada apenas se a medida for confirmada pelo governo norte-americano.
Como gesto ao setor produtivo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende sancionar na próxima segunda-feira, 28/7, o projeto que amplia benefícios fiscais a micro e pequenas empresas exportadoras, durante cerimônia no Palácio do Planalto. O texto trata do programa Acredita Exportação, lançado em 2023, que eleva a restituição tributária de até 3% do valor exportado via Reintegra.
Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a movimentação dos governadores é “bem-vinda”, mas tem alcance limitado. Ele aproveitou para criticar os mandatários estaduais, acusando-os de, inicialmente, apoiarem as tarifas de Trump. “É bom saber que os governadores estão mobilizados e percebendo, finalmente, que é um problema do Estado brasileiro”, disse.
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Enquanto isso, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, segue reunido com representantes dos setores mais expostos ao mercado norte-americano. A meta é mapear os impactos e preparar medidas emergenciais para proteger a economia brasileira.
Fonte: com informações Correio Braziliense
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