O objetivo da parceria é integrar o ecossistema de inovação da região fomentando o desenvolvimento econômico
O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti) reuniu, na quarta-feira (03/05), com representantes da Rede de Inovação e Empreendedorismo da Amazônia (Rami) para discutir a implementação de projetos de desenvolvimento na capital e no interior do Estado.
O secretário Executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Jeibi Medeiros, destacou a importância da atuação do Governo do Amazonas, mais intensa dentro do ecossistema de inovação da região, seguindo o que foi determinado pelo governador Wilson Lima, que é o trabalho de fortalecer a economia em Manaus e no interior, utilizando o conhecimento tradicional para benefício da população.
"É importante para a gente se aproximar deles e extrair desse conhecimento para que possamos andar juntos", disse Jeibi. O secretário ainda destacou a necessidade de foco e ação conjunta para atender às demandas e desenvolver projetos sustentáveis em parceria.
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A organização não tem fins lucrativos e atua há mais de 15 anos na região Amazônica, em parceria com universidades e o Sebrae Amazonas. O objetivo da reunião foi estabelecer parcerias entre o setor público e privado, terceiro setor e comunidades locais para impulsionar o desenvolvimento sustentável a partir da matriz da bioeconomia.
O presidente da Rami, Jorge Garcia, comentou que o trabalho conjunto com a Sedecti representando o Governo, é fundamental, pois a secretaria atua de maneira transversal e o Estado é um ator estratégico que pode capitalizar os recursos técnicos, econômicos e financeiros para que as ações aconteçam. Além disso, ressaltou que iniciativas construídas de forma coletiva, com conhecimentos compartilhados, têm maior chance de sucesso.
Fotos: Reprodução
“Essa iniciativa tem como objetivo construir ações mais consistentes e equilibradas para distribuir de forma justa os recursos em parceria com as comunidades locais, sejam elas tradicionais ou com conhecimentos que possam ser transformados em projetos promotores do desenvolvimento sustentável e inclusivo”, disse Jorge Garcia.
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