18 de Abril de 2026

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Saúde da Mulher - 13/05/2025

Gestante pode usar repelente? Veja os recomendados

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Foto: Reprodução/Google

O primeiro passo é escolher marcas que tenham registros válidos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária

O uso do repelente na gravidez consiste em uma das formas de prevenir infecções como dengue, chikungunya e zika, condições que podem não apenas comprometer a saúde da mãe, como também trazem riscos ao desenvolvimento do feto.

 

E como o Brasil é um país de clima tropical, muitas regiões abrigam insetos, mosquitos e outros bichinhos que são vetores dessas e de outras doenças – especialmente durante as estações mais quentes do ano.

 

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Repelente na gravidez: quais usar?

 

 

 

O primeiro passo é escolher marcas que tenham registros válidos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É preciso também comprar sempre em locais seguros, evitando preparações caseiras ou de procedência duvidosa. Além disso, a Dra Fernanda Nichelle, médica especialista em beleza e saúde da pele, afirma que apesar de existirem diversos ativos considerados seguros para as futuras mamães, o ideal é usar somente aqueles liberados pelo médico que está acompanhando a gestação.

 

Confira quais substâncias são consideradas seguras pela Anvisa:

 

 

 

DEET: O DEET é o principal ingrediente de diversos repelentes, e estudos mostram que produtos à base de DEET apresentam baixa toxicidade aguda, não representando preocupação significativa para a saúde humana quando usados conforme as instruções – sendo inclusive recomendados para grávidas e lactantes.

 

Você geralmente encontra repelentes com concentrações que variam de 10 a 25% de DEET – algumas marcas chegam a 99%! A diferença está no tempo de eficácia: um produto com 10% oferece duas horas de proteção, enquanto outro com 20% pode chegar a até quatro horas. Opções acima de 50% parecem não aumentar esse período.

I

R3535 (ou ou EBAAP): Embora tenha uma duração mais curta que o DEET, este é outro ativo considerado seguro para grávidas. Pode ser bastante irritante para os olhos, então vale aplicar com cuidado.

 

Icaridin (ou picaridin): Uma preparação a 20% fornece proteção contra mosquitos em torno de cinco horas. Além disso, apresenta a grande vantagem de ser menos agressivo, irritando menos a pele e os olhos, não manchando tecidos, não apresentando odor e não deixando a sensação de pele pegajosa.

 

Repelente na gravidez: PMD: Trata-se da forma sintética de um ingrediente do óleo de eucalipto limão. Uma preparação de 30% do PMD protege contra insetos e carrapatos por quatro a seis horas – ou seja, o seu tempo de proteção é mais curto, o que exige aplicações mais frequentes. Vale lembrar também que o PMD não deve ser confundido com formulações de óleo essencial de eucalipto, que não são aprovadas pela Anvisa como repelentes.

 

Como aplicar corretamente?

 

 

Fotos: Reprodução/Google

 

Além de ficar de olho nos ingredientes do seu repelente, é preciso também tomar alguns cuidados na hora de aplicar. Como:

 
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Siga à risca as instruções da bula;
Lave a pele com água e sabão quando não estiver mais exposta a insetos;
Aplique somente na roupa e na pele exposta – nunca na pele por baixo do tecido, em cortes ou em locais irritados;
Se for aplicar no rosto, borrife o produto nas mãos e depois espalhe cuidadosamente, evitando a região dos olhos e da boca;
Aplique primeiro o protetor solar e em seguida o repelente (30 minutos depois);
Lave bem as mãos com água e sabão após manusear o repelente;
Reforce a sua proteção com o uso de inseticidas no ambiente – apenas os aprovados pela Anvisa. 

 

Fonte: com informações Portal Vitat

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