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Comportamento - 13/02/2026

Geração Z é a primeira a registrar queda de QI em relação aos pais

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Foto: ReproduçãoGoogle

O neurocientista Jared Cooney Horvath alerta que o vício em telas está prejudicando o cérebro da Geração Z e derrubando as notas escolares em 80 países

Em uma audiência realizada no dia 15 de janeiro no Comitê de Comércio, Ciência e Transporte do Senado dos EUA, o neurocientista Jared Cooney Horvath apresentou uma teoria contundente: a geração nascida entre 1997 e o início da década de 2010 está sofrendo uma interferência direta em seu desenvolvimento cognitivo devido ao vício em tecnologias digitais.

 

Segundo Horvath, o cérebro humano não possui uma “programação biológica” para reter informações vindas de vídeos curtos ou leituras superficiais em telas. A evolução humana priorizou a interação “cara a cara” e o estudo aprofundado, processos que são interrompidos pelo fluxo constante das plataformas digitais.

 

Um dos pontos mais criticados pelo pesquisador é a forma como as instituições de ensino estão se adaptando aos hábitos de consumo da Geração Z, em vez de corrigi-los. Como os jovens se acostumaram com o ritmo frenético de plataformas como o TikTok, muitas escolas passaram a ensinar por meio de frases curtas e vídeos rápidos. Horvath classifica essa mudança não como evolução, mas como uma “rendição” pedagógica que incentiva a leitura superficial e impede a compreensão real.

 

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O paradoxo da confiança

 


A pesquisa, que abrangeu dados de 80 países, trouxe estatísticas alarmantes: Queda de desempenho: sistemas escolares que adotaram amplamente a tecnologia digital registraram quedas significativas no desempenho acadêmico.

 

Fotos: ReproduçãoGoogle

 

Uso excessivo: crianças que utilizam computadores por cinco horas diárias para fins escolares obtêm notas notavelmente mais baixas do que aquelas que utilizam a tecnologia raramente.

 

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Além da perda de capacidade cognitiva, o neurocientista identificou um “excesso de confiança” nestes jovens. “Quanto mais inteligentes as pessoas pensam que são, mais burras elas realmente são”, declarou Horvath, sugerindo que a percepção de saber muito — vinda do acesso rápido à informação — mascara a falta de compreensão profunda e retenção real do conhecimento.

 

Fonte: Com informações Revista planeta 

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