Viagem de Flávio Bolsonaro e Mário Frias coincide com novas operações no Rio e alimenta especulações sobre possível fuga.
A viagem do senador Flávio Bolsonaro e do deputado federal Mário Frias, ambos do PL, aos Estados Unidos, no dia 25 de maio, passou a ser acompanhada com atenção nos bastidores de Brasília por coincidir com o avanço de investigações que atingem aliados políticos do bolsonarismo no Rio de Janeiro.
Neste dia 26, a Polícia Federal novamente amanheceu na porta da casa do ex-governador Cláudio Castro, o maior aliado de Flávio Bolsonaro no estado. Sem compromissos confirmados oficialmente na Casa Branca ou registros públicos de encontros com integrantes do governo de Donald Trump, a viagem abriu espaço para especulações políticas e questionamentos da oposição sobre o real objetivo da ida ao exterior.Ausência de agenda oficial Até o momento, nenhum integrante do governo norte-americano confirmou reuniões institucionais com os parlamentares brasileiros.
Também não há registro público de compromissos oficiais envolvendo a comitiva bolsonarista em Washington.A ausência de uma agenda concreta passou a ser explorada por adversários políticos como elemento que enfraquece o discurso de missão institucional. Nos corredores do Congresso Nacional, opositores avaliam que o deslocamento ocorre em um momento delicado para o núcleo político ligado à família Bolsonaro.
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A situação ganhou ainda mais repercussão após reportagens apontarem dificuldades de interlocução da comitiva com setores próximos ao governo republicano nos Estados Unidos.
A viagem ocorre paralelamente ao avanço de operações autorizadas pelo ministro André Mendonça que atingem aliados do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro, considerado um dos principais parceiros políticos de Flávio Bolsonaro no estado.
Fonte: com informações BNC
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