18 de Abril de 2026

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Qualidade de Vida - 03/08/2023

Fique atento a sinais do seu corpo que podem dizer muito sobre sua alimentação

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Foto: Reprodução

Nosso corpo está sempre conversando conosco. Esse diálogo ocorre a partir do envio de sinais e sintomas notáveis desde o momento em que você começa a ter essa ?conversa interna?. Saiba mais!

Você sabia que o seu corpo conversa o tempo todo com você? Essa conversa acontece a partir do envio de sinais e sintomas que podem ser notados, desde o momento em que você aprende a como ter esta “conversa interna”.

 

Os sintomas são sensações como cansaço, inchaço, náusea, entre outros; já os sinais são alterações visuais que podemos nos dar conta, como pele seca, cabelos opacos, língua esbranquiçada… Quando esses sinais estão evidentes, pode significar que as reservas corporais de alguns nutrientes estão no alerta vermelho, ou seja, baixas, e portanto, precisam ser repostas.

 

As vitaminas hidrossolúveis (vitamina C e do complexo B, como tiamina, riboflavina, piridoxina, cobalamina) são utilizadas de forma rápida e praticamente não possuem reservas. Logo, o consumo diário de seus alimentos fonte precisa ser atendido por meio de uma alimentação diversificada e que contemple todos os grupos alimentares conhecidos e descritos no Guia de Alimentos, dando ênfase às principais refeições (almoço e jantar).

 

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Grupo de feijões. Esse grupo inclui vários tipos de feijão (fradinho, preto, branco, jalo) e outras leguminosas, como ervilhas, lentilhas e grão-de-bico.

 

Grupo dos cereais ou raízes e tubérculos. Esse grupo abrange arroz, milho (incluindo grãos e farinha) e trigo (incluindo grãos, farinha, macarrão e pães), além de outros cereais, como a aveia e o centeio. A batata, mandioca, mandioquinha e inhame também compõem esse grupo.

 

 

Grupo das carnes e ovos. Inclui carne bovina, suína, cabrito e cordeiro (as chamadas carnes vermelhas), carnes de aves e de pescados e ovos de galinha e de outras aves.

 

Grupo de Verduras e Legumes. Sabemos que o nosso país apresenta uma grande diversidade de legumes e verduras, destacando a abóbora ou jerimum, abobrinha, acelga, agrião, alface, almeirão, berinjela, beterraba, brócolis, catalonha, cebola, cenoura, chicória, chuchu, couve, espinafre, jiló, jurubeba, maxixe, mostarda, ora-pro-nóbis, pepino, pimentão, quiabo, repolho e tomate. O Guia Alimentar destaca um aspecto bastante curioso, que é o fato do mesmo alimento receber diferentes denominações, nas diferentes regiões do Brasil, como no caso da abóbora, que pode ser a paulista, a baianinha, a de pescoço, a menina, a japonesa ou a moranga.

 

Grupo das Frutas. Laranja, banana, maçã, pêra, melancia, melão… Enfim, o que você gostar e tiver melhor acesso – tenha em mente que a quantidade mínima recomendada é a de 3 porções diárias.

 

Para que as nossas reservas corporais se mantenham em equilíbrio, a quantidade de alimentos consumidos pela dieta diária deve suprir a nossa real necessidade; recordando que essas reservas são influenciadas pela idade, nível de atividade física, condição de saúde e estado fisiológico (gestante, nutriz). Você pode “treinar” os seus olhos e aguçar a sua percepção, fazendo uma autoavaliação. O quadro a seguir pode te ajudar a fazer isso:

 

Fotos: Reprodução

 

Mas, atenção! A observação dessas informações não é suficiente para você fazer algum diagnóstico, portanto caso observe a presença de alguma delas, não se assuste, e converse com o seu médico ou nutricionista de confiança, pois esses profissionais saberão avaliar o contexto de forma precisa, orientando a condução do tratamento, se necessário.Tenha em mente que alimentos cotidianos podem prevenir a maior parte desses sinais e sintomas, e para que você saiba de maneira mais específica quais são os alimentos fonte dos nutrientes mencionados no quadro acima, preste atenção a seguir:

 
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Por isso, é tão importante uma alimentação diversificada e colorida, sem a adoção de modismos ou restrições alimentares. Valorize o seu autocuidado e esteja sempre atento ao que você coloca em seu prato, usando como referência o nosso Guia Alimentar e uma pitada de bom senso. 

 

Fonte: com informações da Revista Istoé

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