18 de Abril de 2026

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Saúde - 13/04/2025

Fiocruz e Marinha se unem para atender comunidades ribeirinhas no Pantanal

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Foto: Reprodução/Google

Grupo de pesquisa da Fiocruz percorre o Rio Paraguai com apoio de três navios da Marinha para examinar a saúde de comunidades de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Um grupo de pesquisa da Fiocruz está percorrendo o Rio Paraguai com apoio de três navios da Marinha para examinar a saúde de comunidades ribeirinhas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Na imensidão do Pantanal, os navios da Marinha descem o Rio Paraguai levando atendimento médico e odontológico aos ribeirinhos.

 

"Há 2 semanas atrás já estava reclamando do dente, né. Aí nós já ficamos sabendo que a marinha ia vim. Aí a gente já aguardamos e já está sendo atendido", conta Sérgio Francisco Pereira, ribeirinho da região.

 

"Os problemas mais comuns que nós vemos na população ribeirinha é a cárie e a doença periodontal, que é a parte da gengiva, né. Consigo fazer interações dentárias, restaurações, para remover a cárie, aplicação tópica de flúor", conta Juliana Espiridigliose, tenente da Marinha e cirurgiã dentista.

 

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Esse projeto vai além do atendimento médico e odontológico. Os dados levantados são cruzados com as informações do que acontece na casa dos ribeirinhos e no meio ambiente. Os pesquisadores querem saber como as mudanças climáticas contribuem para a proliferação de vírus, bactérias e fungos e como impacta na vida das pessoas.

 

Além de amostras de sangue dos ribeirinhos, os pesquisadores também coletam material dos animais domésticos e a água do rio e das casas. Tudo segue para os laboratórios de alta tecnologia montados nos navios da Marinha, com a ajuda de parceiros.

 

A pesquisadora da Fiocruz, Nathália Guimarães, explica:

 

"Atualmente, nós fazemos mais de 50 exames, que vão desde exames de rotina laboratorial básica, como hemograma, glicemia, função renal até exames de sequenciamento. Realizamos também exames sorológicos, que permite detectar o patógeno, o agente causador da doença."
"O que era um alojamento para transportar tropas, hoje viraram grande laboratórios, então foi um desafio também para nós de proporcionar o máximo de conforto para os pesquisadores dentro do objetivo deles", disse César Batista Cunha Santos, comandante da Flotilha de Mato Grosso.

 

Fotos: Reprodução/Google

 

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Este é o segundo ano do projeto, que já tem algumas descobertas. O aumento médio da temperatura trouxe mosquitos que não eram comuns na região e que podem transmitir doenças trazidas por aves migratórias vindas de outros países.

 

Fonte: com informações do Portal G1 

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