A quinta e última reportagem da série mostra que a região da nascente do rio Amazonas pode virar reserva ambiental e já sente efeitos das mudanças climáticas.
A "Expedição Mismi: caminho à nascente do Rio Amazonas" chega ao seu quinto e último dia na sexta-feira, 22. A equipe da Rede Amazônica finalmente conclui a jornada rumo à quebrada Carhuasanta, onde nasce o caldoso rio.
Depois de passar também pela Colômbia, o Amazonas entra no território brasileiro por Tabatinga, onde recebe o nome de Solimões. Mas a bacia hidrográfica do rio inclui outros países, como Bolívia, Equador, Venezuela e Guiana.Mas a nascente do rio não é o último destino da equipe, que agora segue em direção ao topo do Monte Mismi. E para enfrentar a jornada é preciso preparação e apoio de pessoas que conhecem bem o local.
''A orientação é que a gente vá a passos muito curtos, lentos, para não se cansar muito rápido. A distância não é tão grande. São três quilômetros para ir, três para voltar", explicou a repórter Daniela Branches.
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Foto: Reprodução/Google
Com o ar rarefeito, a escalada começa a ficar ainda mais difícil. "E depois de resistir a dificuldade de respirar e buscar forças pra subir, alcançamos o pico", disse.A equipe, finalmente, consegue chegar ao topo do monte. Mas, o cenário também mostra que o local está sendo impactado pelos efeitos das mudanças climáticas.
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"Estamos a 5.620 metros de altitude, muito cansados mas felizes, a caminhada foi de cinco horas e meia pra mostrar pra você que o nevado Mismi já não é tão nevado assim. Essa montanha que faz parte da cordilheira Chila, que faz parte da cordilheira dos Andes é muito importante e costumava ficar nevada o ano inteiro, mas há algum tempo já não é assim. Ela fica com pouco gelo, com poucas neve, sofrendo os efeitos das mudanças climática", finalizou a repórter.
Fonte: com informações do Portal G1
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