A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na edição de quarta-feira, 14.
O tenente-coronel Hélio Ferreira Lima, comandante da 3ª Companhia de Forças Especiais de Manaus do Comando Militar da Amazônia (CMA), foi destituído do cargo de comando. A exoneração foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na edição de quarta-feira, 14.
O oficial foi um dos citados na investigação da Polícia Federal (PF) por tentativa de golpe, intitulada Tempus Veritattis, realizada na quinta-feira, 8, onde foram cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, envolvendo militares do alto escalão, ministros e ex-assessores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Além dele, o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida, deixou o comando do 1º Batalhão de Operações Psicológicas em Goiânia. As exonerações foram assinadas pelo comando do Exército, general Tomás Paiva, no dia em que a operação foi deflagrada. Hélio Ferreira Lima comandava a companhia desde dezembro de 2023, tendo remuneração bruta em novembro no valor de R$ 27 mil, conforme dados do Portal da Transparência.
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Foto: Reprodução Google
O comandante do CMA é citado no relatório da PF como integrante do núcleo de desinformação e ataques ao Sistema Eleitoral, sendo responsável pela produção, divulgação e amplificação de notícias falsas, relacionadas às eleições de 2022.
Além disso, Hélio também era responsável por estimular os seguidores a continuarem nos acampamentos na frente dos quartéis. Ele também é citado como integrante do “Núcleo Oracional de Apoio às Ações Golpistas”, coordenado pelo ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, onde participava de reuniões de planejamento e da execução das ações de logísticas para a permanência dos acampamentos.
Fonte: com informações da Revista Cenarium
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