Enfermeiro que denunciou organização privada antes exaltava modelo; governador nega irregularidades e expõe avanços.
O governador do Amazonas, Wilson Lima, afirmou na segunda-feira, 18, que “chantagens” não vão intimidar a Secretaria de Saúde (SES-AM) nem comprometer a implantação do novo modelo de gestão em hospitais da rede. A declaração foi feita durante visita ao hospital e pronto-socorro Platão Araújo, na zona leste de Manaus, onde destacou os avanços da sua administração no setor.
Segundo Lima, a saúde do Amazonas deixou de ser “refém de monopólios” e passou a contar com concorrência entre prestadores de serviços, garantindo maior eficiência e preços de mercado.O governador do Amazonas, Wilson Lima, afirmou nesta segunda-feira (18 de agosto) que “chantagens” não vão intimidar a Secretaria de Saúde (SES-AM) nem comprometer a implantação do novo modelo de gestão em hospitais da rede.
A declaração foi feita durante visita ao hospital e pronto-socorro Platão Araújo, na zona leste de Manaus, onde destacou os avanços da sua administração no setor. Segundo Lima, a saúde do Amazonas deixou de ser “refém de monopólios” e passou a contar com concorrência entre prestadores de serviços, garantindo maior eficiência e preços de mercado.“Nunca houve tanta transparência na saúde como agora. Nenhum ataque vai nos desviar desse caminho”.
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Ele também negou a possibilidade de demissão em massa de servidores e lembrou que mais de 500 profissionais foram contratados recentemente para o Platão.Ex-gestor muda discurso No mesmo dia, o ex-gerente de hospitais e fundações da SES Michael Lemos divulgou em rede social supostas irregularidades na gestão, afirmando que pediu demissão por “não compactuar” com a situação.Entretanto, até a semana passada, quando ainda ocupava o cargo, o enfermeiro usava suas redes para elogiar a saúde estadual, exaltava a transparência do governo Wilson Lima e defendia a contratação de organizações sociais de saúde (OSS) como marco histórico para o Amazonas.
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Fotos: Reprodução/Internet
Postagens de 2024 e deste ano mostram Lemos celebrando a entrada de OSS em unidades de referência, como o hospital 28 de Agosto e o Instituto da Mulher, destacando investimentos em equipamentos e agradecendo ao governador e à secretária de Saúde pela condução do processo. Agora, exonerado, o ex-gestor passou a acusar as mesmas OSS de operarem como “cartas marcadas” e diz que pretende acionar órgãos de investigação.
Fonte: com informações BNC Amazônas
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