22 de Abril de 2026

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Política - 16/01/2023

Ex-colegas revelam apelido de Anderson Torres na Polícia Federal

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Foto: Reprodução

Bolsonarista é acusado por crimes relacionados à invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília

Preso na manhã do último sábado (14) logo ao desembarcar no aeroporto internacional de Brasília, o ex-ministro de Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, teve no domingo (15) um velho apelido jocoso revelado por ex-colegas da Polícia Federal, onde atuou como delegado.

 

A revelação foi feita pela coluna de Lauro Jardim, em O Globo. De acordo com fontes da coluna, Torres teria o apelido de Piu-Piu, por uma semelhança física com o rival do personagem Frajola dos desenhos animados.

 

Anderson Torres foi preso acusado de conivência com os atos bolsonaristas que destruíram as sedes dos Três Poderes no último (8). Ibaneis Rocha, governador do DF afastado do cargo por Alexandre de Moraes após os ataques, o acusa de haver desmontado a Secretaria de Segurança logo depois da posse de Lula para, logo em seguida, viajar aos EUA.

 

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Foto: Reprodução

 

O ex-delegado da PF é acusado pelos crimes de colaborar com atos terroristas, associação criminosa, dano ao patrimônio, abolição do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Ele se encontra preso no 4º Batalhão da Polícia Militar do DF e deve prestar depoimento à investigação na semana que entra.

 

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Entre as principais questões que ele terá de responder devem constar a ‘minuta do golpe’ encontrada em sua casa pela PF e que previa interferência de Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral, além, é claro, da suposta omissão e conivência com os ataques à Brasília. Isto inclui as acusações de que as mudanças no DF proporcionadas por Torres após a posse de Lula (PT) em primeiro de janeiro tenham causado uma desestruturação na segurança local, e a viagem aos EUA realizada logo em seguida a esses acontecimentos, pela qual Ibaneis Rocha - que o nomeou e exonerou em dias - acusa Torres de deixá-lo de "mãos atadas" durante os ataques.

 

Fonte: Com informações da Revista Forum

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