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Celebridades - 10/04/2023

Ex-BBB Juliette critica 'chip emagrecedor'; método não tem base científica. VEJA VÍDEO

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Foto: Reprodução/Redes sociais

Implante subdérmico bioabsorvível, também chamado de pallet pode conter vários hormônios, e mede, em média, de 3 cm a 5 cm

Um vídeo da ex-BBB Juliette Freire desconfiando de um "chip da beleza", que supostamente ajuda no emagrecimento, está circulando nas redes sociais desde o final de semana. O recurso estético promete ajudar no ganho de músculos e queima de gordura, mas órgãos sanitários alertam para riscos de efeitos colaterais.

 

Trata-se de um implante subdérmico bioabsorvível, também chamado de pallet, que pode pode conter um ou mais hormônios, e mede, em média, 3 cm a 5 cm. Não se trata de um "chip" literalmente, mas de um pequeno tubo de silicone.

 

A conversa entre as famosas aconteceu em uma mesa de podcast no início de 2022, mas voltou a chamar atenção após a influencer Virgínia Fonseca, que defende o chip no diálogo, ter se envolvido em uma onda de polêmicas.

 

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"Ele ajuda com massa muscular, massa magra, e ajuda contra a celulite", diz Virgínia, após Juliette encarar a situação com desconfiança.

 

O implante foi, inicialmente, idealizado para ser um método contraceptivo e tratar endometriose e condições relacionadas a ela por meio do hormônio gestrinona. Mas outros produtos químicos foram incluídos à medida em que a tecnologia começou a ser usada para fins estéticos.

 

Entre os efeitos prometidos pelo implante na modalidade "chip da beleza", estão:

 

-Aumento de massa muscular;

-Libido;

-Disposição física;

-Perda de gordura.

 

Sua composição é customizável e ele geralmente contém um ou mais compostos, como:

 

 

 

-Gestrinona;

-Nestorone (elcometrina);

-Testosterona;

-Estradiol;

-Nomegestrol;

-Levonorgestrel.

 

Sem aval da Anvisa

 

(Fotos: Reprodução)

 

Especialistas alertam sobre a falta de eficácia comprovada do implante, além de riscos elevados de efeitos colaterais. A novidade não tem o selo da Anvisa, nem de nenhum órgão do Ministério da Saúde.

 
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Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), não há estudos que comprovem a segurança e a eficácia do implante de gestrinona.

 

Em dezembro de 2021, a Anvisa proibiu a propaganda da gestrinona e de produtos que contêm essa substância.

 

Fonte: com informações do Portal Terra 

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