18 de Abril de 2026

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Saúde da Mulher - 23/05/2024

Esclareça suas dúvidas sobre a Pílula do Dia Seguinte com uma Ginecologista

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Foto: Reprodução/Pexels

O uso do preservativo, tanto feminino quanto masculino, é fundamental para prevenir não só a gravidez não planejada, mas também infecções sexualmente transmissíveis

Muitas mulheres se preocupam com o impacto da pílula do dia seguinte na fertilidade a longo prazo, mas a boa notícia é que não há motivos para alarme. Segundo especialistas, o mecanismo de ação da contracepção de emergência é imediato e não afeta a fertilidade futura.

 

Embora não exista um número máximo recomendado para o uso anual da pílula do dia seguinte, seu uso deve ser restrito a situações excepcionais e não de forma rotineira. A recomendação é utilizá-la o mínimo possível, reservando-a para emergências reais.

 

Para quem utiliza métodos contraceptivos regularmente e de maneira correta, a pílula do dia seguinte é desnecessária. A eficácia dos anticoncepcionais regulares, quando usados corretamente, elimina a necessidade da contracepção de emergência.

 

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Há também preocupações sobre possíveis doenças agravadas pelo uso da pílula do dia seguinte. Pacientes com histórico de cefaleia, náuseas e sangramento uterino anormal podem notar um agravamento desses sintomas. No entanto, não há evidências de que a pílula potencialize doenças ou cause aumento de peso.

 

Quanto à eficácia da pílula do dia seguinte, o fator tempo é crucial. Sua eficácia é de 99,5% nas primeiras 12 horas, 95% nas primeiras 24 horas, 85% nas primeiras 48 horas e cai para 58% após 72 horas. Após esse período, o uso da pílula não é mais recomendado.

 

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Em resumo, a pílula do dia seguinte é uma ferramenta valiosa em situações de emergência, mas deve ser usada com parcimônia. A compreensão correta de seu funcionamento e impacto pode ajudar as mulheres a tomarem decisões mais informadas sobre sua saúde reprodutiva.

 

Fonte: com informações da Folha BV

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