04 de Maio de 2026

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Mulher na Política - 24/06/2025

Erika Hilton rebate acusações e classifica denúncia como "perseguição política"

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Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados

Deputada se manifestou pelas redes sociais que os dois funcionários desempenham funções parlamentares

A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) se manifestou nas redes sociais, nesta terça-feira, 24/6, para rebater as acusações de que teria nomeado maquiadores pessoais para cargos comissionados em seu gabinete na Câmara dos Deputados. Em postagem no Instagram, a parlamentar afirmou que as denúncias são uma "invenção" e classificou a repercussão como perseguição política promovida por adversários da extrema-direita. 

 

Segundo ela, os dois assessores citados, Índy Montiel e Ronaldo Hass, são secretários parlamentares que atuam diretamente em atividades legislativas, como acompanhamento de comissões, elaboração de relatórios e briefings, além de diálogo direto com a população.

 

A deputada admitiu que conheceu os profissionais no meio da maquiagem, mas afirmou que a contratação foi motivada por outras competências. "Quando podem, fazem minha maquiagem e eu os credito por isso. Mas se não fizessem, continuariam sendo meus secretários parlamentares", disse.

 

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Além disso, Hilton criticou a forma como o caso se espalhou nas redes sociais, após publicações de parlamentares da oposição. “A velocidade com que espalharam essa mentira ontem é desumana. Isso são sintomas de uma perseguição, de uma tentativa de desmonte generalizado de tudo que alguém faz e já fez”, afirmou.

 

"São sintomas de uma revanche, daqueles eternos derrotados no debate público, que ainda não digeriram de tal PL que foi barrado, ou então porque tive sucesso em uma proposta ou denúncia que não queriam que avançasse. Que a indigestão dessa gente comigo continue se acumulando. Que os exploda por dentro. Porque aqui, eu e meu gabinete continuaremos trabalhando", continuou.

 

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A representação contra a deputada foi protocolada no Ministério Público Federal (MPF) e no Conselho de Ética da Câmara pelo deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), que a acusa de usar estrutura pública para fins pessoais.

 

Fonte: com informações do Correio Braziliense

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