04 de Maio de 2026

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Elas nos inspiram - 06/05/2025

Érika Hilton alerta para ódio nas redes após ameaça de atentado em show da Lady Gaga

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Foto: Reprodução/Google

Parlamentar voltou a defender a responsabilização das big techs e o avanço de propostas legislativas que promovam a regulação das redes sociais no Brasil

A deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP) criticou a decisão da Justiça do Rio Grande do Sul que, anteriormente já havia prendido, mas concedeu liberdade provisória ao homem acusado de liderar um grupo extremista que planejava um atentado terrorista durante o show da cantora Lady Gaga, no sábado, 3/5, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

 

Segundo as investigações, o grupo não apenas articulava o ataque com explosivos, mas também promovia, por meio de redes sociais, conteúdos de pedofilia, misoginia e homofobia. “Novamente, criminosos foram presos por usarem as redes sociais para aliciar adolescentes, incentivar a pedofilia e propagar discurso de ódio contra mulheres e minorias. Mas, desta vez, planejavam explodir bombas no show da Lady Gaga com o objetivo de matar pessoas LGBTQIA+, crianças e adolescentes”, alertou a deputada, por meio de postagem no X (antigo twitter).

 

A operação que resultou nas prisões foi coordenada pelo Ministério da Justiça e pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que conseguiram interceptar os suspeitos antes da concretização do ataque. Apesar da ação rápida das autoridades, a parlamentar ressaltou que a ameaça quase se materializou em uma tragédia. “Mas, por pouco, a festa gigantesca e histórica de ontem não se tornou uma tragédia. Uma tragédia que teria, novamente, pessoas LGBTQIA+ como suas vítimas”, escreveu.

 

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Foto: Reprodução/Google

 

A parlamentar voltou a defender a responsabilização das Big Techs e o avanço de propostas legislativas que promovam a regulação das redes sociais no Brasil. Segundo ela, o ambiente virtual não pode continuar sendo um território livre para o incitamento à violência.

 
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“Discursos que se transformam num grupo do Discord, num desafio de automutilação, num estupro virtual, num ataque a bomba, a uma morte”, escreveu, destacando a urgência de uma resposta institucional e legislativa robusta para conter o avanço dessas ameaças.

 

Fonte: com informações Correio Braziliense
 

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