Cleusimar Cardoso filmando seus filhos sob o efeito da cetamina
Quem é essa mãe? Cleusimar choca ao se divertir ao filmar seus filhos sob o efeito da cetamina. O caso de Didja, que tomou as redes sociais e os noticiários locais, revela uma realidade perturbadora que se desenrola na capital amazonense. Vídeos divulgados mostram os jovens, Didja e seu irmão, sob o efeito de cetamina, uma substância anestésica e alucinógena, enquanto são filmados pela própria mãe.
O que mais causa espanto é a atitude da mãe, Cleusimar Cardoso, que registra os momentos com naturalidade e, aparentemente, se diverte com a condição dos filhos. Este comportamento contradiz a noção comum de maternidade, associada a ternura, cuidado e amor. A realidade capturada nas imagens desafia essa percepção, levantando questionamentos sobre a integridade e a sanidade da figura materna nesse contexto.
No caso específico de Didja, a aparente indiferença da mãe, Cleusimar, ao bem-estar dos filhos, filmando-os em estado de vulnerabilidade, sugere uma desconexão com os deveres parentais e uma possível desordem psicológica. A “diversão” em filmar os filhos em tal estado pode ser interpretada como uma grave distorção do papel materno, que tradicionalmente é associado ao cuidado e proteção. Filmá-los nesse estado é um sinal claro de negligência ou abuso, especialmente se houver intenção de zombar ou explorar a situação.
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As imagens são chocantes: um dos jovens aparece imóvel, paralisado em uma posição por um longo período, enquanto Didja parece alienada, sem qualquer reação. A aparência dos filhos, descrita como surreal, destaca a toxicidade da substância que afeta drasticamente o organismo.
A reação da sociedade a este caso é de choque e indignação, pois confronta a imagem idealizada da maternidade com uma realidade sombria. O caso Didja serve como um lembrete da importância da vigilância comunitária e da intervenção estatal para proteger os mais vulneráveis.
A realidade monstruosa apresentada pelo caso de Didja em Manaus é um chamado para a reflexão sobre a saúde mental, a responsabilidade parental e a eficácia dos mecanismos de proteção social. É essencial que haja um esforço conjunto para prevenir tais situações, oferecendo recursos e apoio às famílias em risco e assegurando a aplicação da lei para proteger os direitos das crianças e adolescentes.
A polícia investiga a família por suspeita de serem fundadores de uma seita religiosa responsável por fornecer e distribuir cetamina. A mãe e o irmão de Didja foram presos, e a investigação aponta para a realização de rituais macabros envolvendo a droga.
Este caso não apenas choca pela aparente desconexão entre o papel de uma mãe e as ações de Cleusimar, mas também levanta questões profundas sobre a vulnerabilidade dos jovens, a influência de substâncias psicoativas e o papel da sociedade em proteger seus membros mais suscetíveis.
A comunidade de Manaus e o Brasil como um todo se veem diante de um espelho que reflete uma face sombria da realidade, onde o cuidado parental é substituído por práticas que colocam em risco a saúde e a vida dos filhos. O caso de Didja é um alerta para a necessidade de vigilância e ação coletiva contra abusos e transgressões que ameaçam o tecido social.
Aviso: Se você ou alguém que conhece está enfrentando uma situação de abuso ou dependência química, procure ajuda imediatamente através dos serviços de saúde e assistência social.
Fonte: Portal Mulher Amazônica
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