Doença já infectou 17 pessoas e tem taxa de mortalidade semelhante à da primeira cepa da Covid-19. Transmissão parece ser por via sexual
Nas últimas semanas, o Reino Unido, Portugal e Espanha divulgaram o diagnóstico de casos de varíola de macaco (monkeypox, em inglês). Juntos, os três países já identificaram 17 pacientes infectados, e acompanham outros que podem estar doentes. Os Estados Unidos monitoram seis pessoas que estiveram em um voo com um caso positivo.
A doença foi diagnosticada pela primeira vez em humanos em 1970 e, de acordo com o perfil dos pacientes infectados atualmente (homens gays ou bissexuais, em sua maioria), provavelmente é transmitida por meio do sexo sem proteção, além de pelo contato com lesões em pessoas doentes ou gotículas liberadas durante a respiração.
Os primeiros sintomas são febre, dor de cabeça, dor no corpo e nas costas, inchaço nos linfonodos, exaustão, calafrios e bolinhas que aparecem no corpo inteiro (principalmente rosto, mãos e pés) e evoluem, formando crostas, até cair.
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A varíola de macacos é transmitida, primariamente, por contato com esquilos ou macacos infectados e é mais comum em países africanos — antes do surto atual, só quatro países fora do continente já tinham identificado casos na história.
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Os cientistas acreditam que a taxa de mortalidade da doença é semelhante à da primeira cepa da Covid-19, de 1 a cada 100 infectados.
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Fotos: Reprodução
Por ser uma doença muito parecida com a varíola, a vacina contra a condição (que é considerada erradicada no mundo) também serve para evitar a contaminação. Em casos severos, o tratamento inclui antivirais e o uso de plasma sanguíneo de indivíduos imunizados.
Apesar de relativamente rara e transmissível, os especialistas europeus afirmam que o risco de um grande surto é baixo.
Fonte: Portal Metrópoles
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