16 de Maio de 2026

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Geral - 09/06/2023

Embarcações brasileiras que saíram do AM são sequestradas por indígenas no Peru

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Foto: Reprodução

Nesta sexta-feira (9), a Marinha do Brasil informou ao g1 que as balsas saíram de Tabatinga, no Amazonas, no dia 22 de maio, e retornariam para Manaus com óleo cru de petróleo.

Quatro embarcações brasileiras foram sequestradas por indígenas no Peru, segundo informações da Agência Reuters. Nesta sexta-feira (9), a Marinha do Brasil informou ao g1 que as balsas saíram de Tabatinga, no Amazonas, no dia (22) de maio, e retornariam para Manaus com óleo cru de petróleo.

 

De acordo com o Comando do 9º Distrito Naval (Com9ºDN), braço da Marinha do Brasil no Amazonas, o comboio brasileiro está retido em uma comunidade indígena no Peru. Em nota, a instituição afirmou que as balsas partiram do Amazonas com destino a Iquitos.

 

No Peru, as embarcações receberiam cargas de óleo cru, que depois seria transportado para Manaus.

 

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Segundo o 9º Distrito Naval, a Marinha de Guerra do Peru enviou duas lanchas de controle fluvial para monitorar a situação. "Os tripulantes das embarcações brasileiras estão bem e permanecem a bordo, aguardando posicionamento das autoridades peruanas para seguir viagem", ressaltou o Comando.

 

A Marinha do Brasil disse, ainda, que está em contato com a Marinha de Guerra do Peru, acompanhando o caso.

 

Empresa se pronuncia

 

Fotos: Reprodução

 

Em nota, o Grupo Cidade Transportes disse que o motivo da tomada da embarcação, segundo a empresa, é que os indígenas daquela região reivindicam maior participação nos royalties do petróleo.

 
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"Desde que tivemos conhecimento do ocorrido, iniciamos o contato e já estamos tratando com a Novum e o Governo Federal do Peru para convergir com a normalidade de nosso comboio que momentaneamente está retido na aldeia indígena.

 

Estamos empenhados para termos um desfecho célere para o impasse junto aos povos indígenas da região. Aproveitamos para deixar claro que a Cidade Transportes não tem medido esforços para a solução do conflito em pauta e não deixaremos nenhum dos nossos funcionários que transportam no eixo Brasil x Peru desamparados", disse a empresa. 

 

Fonte: com informações do Portal G1

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