Operações e flagrantes da Rocam e COE revelam metástase do tráfico e da pirataria fluvial
Em menos de uma semana, doze policiais, entre militares e civis, foram presos em ações relacionadas ao tráfico de drogas, posse de munições, armas de grosso calibre, estelionatos e pirataria na capital amazonense. As prisões foram realizadas durante as Operações Erga Omnes, Negócio Turvo e em flagrantes efetuados por policiais do Comando de Operações Especiais (COE) e das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam).
De acordo com o sociólogo Lúcio Carril, o crime organizado se entranhou no Estado brasileiro. Segundo ele, esse tipo de crime não é recente e passou a integrar o serviço público explorando a fragilidade da máquina estatal no que se refere à conduta de seus agentes.
“O Estado é frágil na ética e na punição dos desvios de conduta. As escolas de formação do serviço público não funcionam. Não existe um programa consistente de formação do agente público. Isso tornou o Estado vulnerável. Não se trata apenas de questão salarial, mas da construção de indivíduos preparados para o exercício do serviço público”, afirmou Carril.
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Foto: Reprodução/Google
Segundo ele, a questão salarial não é central e citou o policial civil do Amazonas, que recebe um dos melhores salários do país. Ainda assim, no caso dos investigadores, há registros de envolvimento em crimes.
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Fonte: com informações Acrítica
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