21 de Abril de 2026

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Política - 09/08/2024

Em nova nota conjunta, Brasil, Colômbia e México cobram atas eleitorais da Venezuela

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Foto: Reprodução Google

Países também pediram que pediram que as forças de segurança protejam o direito de manifestações pacíficas.

Em uma nova nota conjunta publicada na quinta-feira, 8, ministros das Relações Exteriores de Brasil, Colômbia e México voltaram a cobrar atas eleitorais da Venezuela. Pela parte do Brasil, assinou o documento o ministro Mauro Vieira.

 

Os ministros disseram que cabe ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela apresentar à sociedae as atas. Isso porque esse órgão afirmou nos últimos dias que enviou os documentos ao Tribunal Supremo de Justiça, mas ainda não apresentou ao público.

 

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"Consideram fundamental a apresentação pelo Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (CNE) dos resultados das eleições presidenciais de 28 de julho de 2024 desagregados por mesa de votação. Ao tomarem nota da ação iniciada perante o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela (TSJ) sobre o processo eleitoral, partem da premissa de que o CNE é o órgão a que corresponde, por mandato legal, a divulgação transparente dos resultados eleitorais", afirmam os ministros no texto.

 

Brasil, México e Colômbia já haviam divulgado nota conjunta na semana passada. Os termos são parecidos. Eles já haviam pedido a apresentação das atas. Também já haviam pedido apuração imparcial dos votos. Repetiram essa cobrança e pediram que as forças de segurança protejam o direito de manifestações pacíficas:

 

Fotos: Reprodução Google

 

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"Reafirmam a conveniência de que se permita a verificação imparcial dos resultados, respeitando o princípio fundamental da soberania popular. Ademais, reiteram o chamado aos atores políticos e sociais do país para que exerçam a máxima cautela e moderação em manifestações e eventos públicos e às forças de segurança do país para que garantam o pleno exercício desse direito democrático dentro dos limites da lei. O respeito aos Direitos Humanos deve prevalecer em qualquer circunstância", continuam os ministros.

 

Fonte: com informações do Portal G1 

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