Em dados exatos, são 337.942 residências comandadas por mulheres na capital. Já o número de casas comandadas por homens é de apenas 292 mil, o que representa 46,41%.
Em Manaus, a liderança feminina nas residências se torna uma realidade marcante: de acordo com os dados mais recentes do Censo de 2022, divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira, 53% dos lares na capital são comandados por mulheres. São mais de 337 mil residências sob a responsabilidade feminina, enquanto os homens lideram cerca de 292 mil domicílios, representando apenas 46,41% do total. Esses números reforçam uma mudança significativa na configuração familiar da capital amazonense.
A pesquisa revela um contraste regional. Em outras áreas do Brasil e mesmo em boa parte da Região Norte, a liderança masculina ainda predomina nos lares. No entanto, o Amazonas segue uma trajetória de equilíbrio: homens e mulheres dividem quase igualmente a responsabilidade dos lares no estado. O chefe de Disseminação do IBGE, Luan Rezende, destacou essa peculiaridade, pontuando que, enquanto em grande parte do país os homens seguem como principais responsáveis, o Amazonas foge à regra.
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Foto: Reprodução/Google
Manaus concentra a maior parte da população e dos domicílios do estado, somando uma ampla maioria de casas em comparação a outros tipos de habitação. Em todo o Amazonas, a população que se autodeclara parda é predominante entre os moradores e responsáveis, enquanto a população branca ocupa o segundo lugar. Nos lares liderados por mulheres, a média de moradores tende a ser maior, uma tendência observada tanto na capital quanto no restante do estado. Outro dado significativo surge entre a população indígena do Amazonas, que apresenta as maiores médias de moradores por residência, reforçando as características culturais e demográficas únicas da região.
Essas estatísticas não apenas retratam uma realidade presente, mas indicam também a relevância da liderança feminina nos lares de Manaus e do Amazonas, revelando uma nova dinâmica no papel das mulheres na organização familiar e social da região.
Fonte: com informações do g1
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