Presidente ainda terá reuniões com diversos líderes, como Emmanuel Macron, da França, e Olaf Scholz, da Alemanha.
O presidente Luiz Inácio Lula, em viagem a Hiroshima para participar da cúpula do G7, se encontrou na noite de sexta-feira (19) -- manhã de sábado, no horário local -- com o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida.
No Twitter, Lula disse que teve uma "ótima conversa" com o primeiro-ministro. Afirmou ainda que debateram a ampliação das relações empresariais entre os dois países.
"Ótima conversa com o primeiro-ministro do Japão. Falamos sobre a necessidade de retomarmos e ampliarmos relações entre empresários e empresas dos dois países. Temos laços culturais com o Japão e uma grande comunidade nipo-brasileira. A ampliação de nossa parceria será importante para o crescimento de nossos países", escreveu Lula.
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A presença de Lula no G7 marca o retorno do Brasil, após 14 anos, à reunião do grupo que reúne as sete economias mais industrializadas do mundo (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido).
É praxe que outros países sejam convidados. Nesta edição, foram oito nações convidadas (Índia, Indonésia, Austrália, Ilhas Cook, Comores, Coreia do Sul, Vietnã e Brasil).
A última participação de um presidente do Brasil no G7 foi em 2009, com o próprio Lula. O petista pretende abordar temas como combate à fome, preservação ambiental e guerra na Ucrânia. Um dos documentos que deve sair após a cúpula tratará dos impactos de guerra na segurança alimentar.
Lula tenta desde o início do terceiro mandato, em janeiro, colocar-se como um possível mediador de um acordo de paz entre Rússia e Ucrânia. Declarações do presidente, contudo, geraram críticas dos Estados Unidos por considerá-las pró-Rússia.
Lula passou a criticar de forma mais enfática a invasão russa do território ucraniano, enquanto se opõe ao fornecimento de armas pelos EUA e União Europeia à Ucrânia.
Sessões de trabalho

Lula se encontra com Anthony Albanese, primeiro-ministro australiano.
A agenda de Lula durante a cúpula do G7 prevê três reuniões com os presidentes e primeiros-ministros dos demais países presentes:
-Primeira sessão de trabalho: trabalhando Juntos para enfrentar múltiplas crises;
-Segunda sessão de trabalho: esforços conjuntos para um planeta resiliente e sustentável;
-Terceira sessão de trabalho: rumo a um mundo pacífico, estável e próspero.
Lula e os demais líderes devem fazer uma visita ao Parque Memorial da Paz de Hiroshima, dedicado às cerca de 166 mil pessoas que, segundo estimativas oficiais, morreram quando a cidade foi alvo da primeira bomba atômica usada em contexto de guerra, em 1945.
Lula também terá, à margem da cúpula, encontro com um grupo de empresários japoneses e representantes do banco de financiamento JBIC. Participarão representantes dos conglomerados Mitsui, NEC, Nippon Steel e Toyota.
Antes de embarcar de volta para o Brasil, Lula fará uma coletiva de imprensa na noite de domingo (horário de Brasília).
Agendas bilaterais
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Fotos: Reprodução
O governo brasileiro fechou uma série de reuniões separadas de Lula com outros chefes de Estado ou de governo que também estarão no G7. O Planalto confirmou até o momento sete audiências:
-primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese
-presidente da Indonésia, Joko Widodo
-primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida
-presidente da França, Emmanuel Macron
-primeiro-ministro da Alemanha, Olaf Scholz
-primeiro-ministro do Vietnã, Pham Minh Chinh
-secretário-geral da ONU, António Guterres
O Itamaraty e auxiliares de Lula também trabalham com a possibilidade de reuniões com representantes dos governos da Índia e do Canadá.
Fonte: com informações do Portal G1
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