29 de Abril de 2026

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Celebridades - 05/04/2022

Elza e Mané, a série mais triste que você verá no streaming

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Foto: Reprodução

A série documental da Globoplay conta a história de dois grandes ídolos da música e do futebol brasileiro

Acabei de ver no fim de semana a série documental Elza e Mané – Amor Em Linhas Tortas, na Globoplay, que mostra o conturbado relacionamento dessas duas grandes figuras da história do Brasil.

 

Elza Soares, uma diva da música brasileira; e Mané Garrincha, um dos maiores gênios do futebol mundial, conheceram-se em 1962, durante a Copa do Mundo no Chile, da qual a seleção brasileira saiu bicampeã. Embora Garrincha tivesse outras amantes — e um filho com uma delas —, quando o relacionamento se tornou público Elza passou a ser acusada de destruidoras de lares, já que o jogador deixou a mulher e as sete filhas para viver com a cantora.

 

Além da perseguição do público e da imprensa, a vida dos dois foi marcada por sofrimento e acontecimentos trágicos. Alcóolatra, o craque agredia Elza e foi o responsável por um acidente de carro que causou a morte da mãe da estrela.

 

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Além disso, eles perderam o único filho que tiveram juntos em uma uma batida de automóvel. Foi a bebida que levou a carreira do brilhante jogador à decadência e fez com que a cantora tomasse a decisão de deixá-lo.

 

 

Mas foi muito triste relembrar a trajetória de Garrincha, que teve a carreira destruída pelo alcoolismo. A carreira e a própria vida. Dificilmente você verá algo mais triste e melancólico no streaming.

 

Garrincha e Neymar

 

 

No UOL Esportes, o escritor Ruy Castro – que tem participação relevante no documentário com longos e importantes depoimentos – comparou Garrincha a Neymar. Não pelo futebol, porque não pode existir comparação entre eles, mas pela vida fora de campo.

 

 

“Hoje, o que eu fico sabendo muito do Neymar é fora de campo, vida social, comercial. A vida airosa que ele leva tem tido mais destaque nos últimos anos do que ele faz no futebol. (…) O Garrincha jogou o grande futebol de 1953, quando foi para o Botafogo, até 1962, quando foi bicampeão carioca em cima do Flamengo. Nesse ano, ele já estava com a Elza, tinha sido bicampeão mundial. Depois, tudo foi piorando”, disse Ruy.

 

Fotos: Reprodução

 
 
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E complementou: “Eu, se fosse o Neymar, já teria encerrado a carreira e me dedicaria às coisas que me dessem prazer, que [no caso dele] é levar essa vida airosa. Acho que o Ronaldinho Gaúcho também deveria ter encerrado a carreira mais cedo. E o Garrincha também”.

 

Fonte: Portal Metrópoles

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