Muito se fala sobre os efeitos do álcool na saúde, mas o que poucos sabem é que a qualidade da pele também tem relação direta com a saúde e, consequentemente, sofre os efeitos do excesso de bebida alcoólica.
“O uso crônico está associado a diversas manifestações cutâneas, vasculares, pigmentadas e até mesmo ao aumento de câncer de pele. Agudamente, os efeitos são menos visíveis. O abuso de álcool pode levar a desidratação, habitualmente moderada com resposta adequada pelos rins, que em pessoas mais sensíveis pode ser sentida na pele”, destaca a dermatologista Juliana Piquet.
O consumo de bebidas alcoólicas ainda pode estar associado à exacerbação de algumas dermatoses, como a rosácea, psoríase e dermatite seborreica. A especialista pondera que tais consequências são resultantes da “presença de bactérias na flora normal da pele com atividade de uma enzima chamada álcool desidrogenase”.
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A imunossupressão também pode ser provocada pela substância. “Mesmo algumas pessoas não portadoras de rosácea podem apresentar flush (vermelhidão excessiva) pelo uso de álcool devido à deficiências enzimáticas de enzimas metabolizadoras”, explica.

“O uso crônico está associado a diversas manifestações cutâneas, vasculares, pigmentadas e até mesmo ao aumento de câncer de pele. Agudamente, os efeitos são menos visíveis. O abuso de álcool pode levar a desidratação, habitualmente moderada com resposta adequada pelos rins, que em pessoas mais sensíveis pode ser sentida na pele”, destaca a dermatologista Juliana Piquet.
O consumo de bebidas alcoólicas ainda pode estar associado à exacerbação de algumas dermatoses, como a rosácea, psoríase e dermatite seborreica. A especialista pondera que tais consequências são resultantes da “presença de bactérias na flora normal da pele com atividade de uma enzima chamada álcool desidrogenase”.

A imunossupressão também pode ser provocada pela substância. “Mesmo algumas pessoas não portadoras de rosácea podem apresentar flush (vermelhidão excessiva) pelo uso de álcool devido à deficiências enzimáticas de enzimas metabolizadoras”, explica.
Acredite, não é preciso consumir álcool por dias seguidos para sofrer suas consequências. Segundo Nidia Lima, dermatologista da Clínica Facelines, os efeitos variam entre as pessoas, a quantidade ingerida, teor alcoólico, sexo, idade e outras condições do organismo. Em alguns casos bastam dois drinques para surgirem os sintomas.
“O consumo de bebidas alcoólicas, mesmo em níveis menores, faz mal à saúde da pele. O álcool causa desidratação cutânea e tem efeito inflamatório no organismo, levando ao inchaço, envelhecimento precoce, vermelhidão e descamação”, o que promove a piora de doenças dermatológicas, incluindo a acne, reforça Nidia.

Como amenizar os efeitos do álcool
O melhor caminho para evitar as consequências da bebida é ter moderação e alguns cuidados durante o consumo, como aliar a ingestão de água entre as doses, não beber de estômago vazio e realizar uma alimentação balanceada.

Fotos: Reprodução
No dia seguinte, além de reforçar a hidratação, é preciso manter a rotina de skincare e ter uma boa noite de sono para recuperação do viço e luminosidade cutânea.
Maiores vilões
Juliana Piquet aconselha evitar bebidas açucaradas, pois a adição do açúcar traz efeitos inflamatórios. Nidia Lima acrescenta que margarita, vodca, vinho e licor são os maiores vilões nesse caso.
“Apesar de ser considerado bom para a saúde do coração, o vinho traz malefícios para a pele. O álcool é um agente vasodilatador e, por isso, faz com que nossa pele fique avermelhada. Com o vinho, a vermelhidão é mais acentuada. A margarita e o mojito também podem causar um aumento de olheiras, inchaço e envelhecimento, graças a alta quantidade de açúcar”, finaliza a dermatologista da Clínica Facelines.
Fonte: Revista IstoÉ
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