19 de Abril de 2026

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Política - 04/10/2025

Dúvida cruel: ministro Luís Roberto Barroso reflete sobre aposentadoria

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Foto: Ed Alves CB/DA Press

Entre aposentadorias, novas leis e desafios profissionais, o cenário político e social do país vive um momento de transição marcado por disputas no STF, denúncias de assédio no trabalho e mudanças nos direitos trabalhistas.

Encerrada a presidência, o Luis Roberto Barroso vai fazer um retiro para pensar o futuro. Manter ou não a toga? Fora do STF, Barroso terá mais tempo para a vida pessoal — algo que ele deseja —, menos pressão do governo Trump, cujas sanções atrapalham a vida de seus filhos, e também abre a chance de faturar mais do que o salário de magistrado.

 

Embora Barroso tenha que enfrentar uma quarenta de três anos para atuar no STF, ele pode elaborar pareceres jurídicos que valem muito a depender de quem assina. Fora do STF, Barroso perde aos poucos visibilidade e uma tribuna para participar de debates nacionais e internacionais que mexem com a vida de milhões de pessoas.

 

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Fake news para derrubar

 

Foto: Mariana Campos/CB/D.A Press


Ao participar do 3° Brasília Summit Lide — Correio Braziliense, o ministro Flávio Dino disse ser alvo diariamente de fake news, derrubadas por órgãos de checagem. Segundo ele, se as mentiras atingissem uma empresa, essa já teria quebrado há muito tempo. Dino, no entanto, disse que segue firme sem titubear.


Aqui se faz, aqui se paga

 

Foto: Ed Alves/CB/DA.Press


Um dos nomes cotados para a vaga do ministro Luís Roberto Barroso, caso ele decida se aposentar, é o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Entre políticos, há uma avaliação de que o presidente Lula deve muito ao ex-presidente do Senado que sempre foi um bom aliado do governo.


SP: 60% dos delegados têm outra atividade remunerada

 

Foto: Divulgação


O cargo de delegado de Polícia Civil em São Paulo virou uma atividade perigosa e sem remuneração compatível. Seis em cada 10 delegados paulistas têm atividade extra para complementar renda, segundo revela pesquisa do do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp). E ainda: metade dos que têm outras ocupações sentem impacto negativo no rendimento e na saúde física e mental por conta do excesso de trabalho.

 

A informação consta no estudo Raio-X da Carreira de Delegado de Polícia, encomendado pelo Sindicato para o Instituto Datapim. Foram entrevistados 711 delegados, entre ativos e inativos, em todo o estado paulista. Entre os aposentados, segundo a pesquisa, 42% continuam trabalhando — muitas vezes, expostos a riscos. Os delegados de São Paulo têm salário bruto inicial R$ 15.789,86 R$ 785,67 de insalubridade vale-alimentação (em torno de R$ 700, a depender do número de dias e de horas trabalhadas). Segundo a presidente do Sindicato, delegada Jacqueline Valadares (foto), esse é o 4º pior salário entre os 27 estados do Brasil.


Ampliação da licença-maternidade

 

Foto: Ed Alves/CB/DA.Press


O presidente Lula sancionou nesta semana a ampliação da licença-maternidade e o salário-maternidade também passa a ter regras mais flexíveis em situações de complicações médicas relacionadas ao parto. A norma permite a prorrogação dos benefícios em até 120 dias após a alta hospitalar da mãe e do recém-nascido, quando houver internações que ultrapassem duas semanas. O projeto é de iniciativa da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

 

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Quase metade dos profissionais já sofreu assédio moral

 

Foto: Caio Gomez


Segundo a pesquisa "Trabalho sem Assédio", conduzida pela Think Eva, consultoria para equidade de gênero, em parceria com a rede social LinkedIn, o assédio moral é o tipo de violência mais citado no ambiente profissional. Quase metade dos profissionais já o vivenciou: 46% das mulheres e 42% dos homens. O levantamento aponta a situação pode ser pior: outros 7% dos homens e 8% das mulheres não têm certeza se foram vítimas.


Fonte: Com informações Correio Braziliense 

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