Dorina nasceu em 1919 e dedicou sua vida à educação e aos direitos das pessoas com deficiência visual
A educadora, filantropa e administradora Dorina de Gouvêa Nowill criou a Fundação para o Livro do Cego no Brasil, em 1946. A fundação foi a primeira grande imprensa de livros em braille (sistema de escrita e leitura tátil para cegos) do país.
Dorina nasceu em 1919 e dedicou sua vida à educação e aos direitos das pessoas com deficiência visual. Natural de São Paulo, a professora perdeu a visão aos 17 anos devido a uma doença não diagnosticada.
Ela foi a primeira aluna cega em um curso regular na Escola Normal Caetano de Campos, onde conseguiu a integração de outra menina cega. Após se formar no magistério, a educadora ganhou uma bolsa de estudos para frequentar a Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.
Veja também

Sylvia Earle: Bióloga marinha, exploradora, autora e palestrante estadunidense
(610).jpeg)
Dorina Nowill se especializou em educação na área de deficiência visual. Entre 1961 e 1973, dirigiu a Campanha Nacional de Educação de Cegos do MEC (Ministério da Educação). Lutou também pela inserção de pessoas cegas e com baixa visão no mercado de trabalho.
(1016).jpeg)
Fotos: Reprodução/Google
Preocupada com a prevenção à cegueira, Dorina foi eleita presidente do Conselho Mundial dos Cegos (atualmente União Mundial de Cegos) em 1979. Ela morreu aos 91 anos em 2010. A Fundação Dorina Nowill promove há 75 anos a autonomia e inclusão de pessoas com deficiência visual.
Fonte: com informações Portal ND+
Copyright © 2021-2026. Mulher Amazônica - Todos os direitos reservados.