08 de Dezembro de 2025

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Geral - 29/11/2025

Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro deixa prisão com tornozeleira eletrônica

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Foto: Reprodução/Google

Vorcaro foi preso no dia 17 de novembro durante a Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, deixou a prisão na manhã deste sábado, 29/11. Vorcaro e outros quatro executivos do banco tiveram um habeas corpus concedido pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). O banqueiro estava detido no Centro de Detenção Provisória 2, em Guarulhos, desde segunda-feira, 24/11.Vorcaro foi preso no dia 17 de novembro durante a Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação apura um suposto esquema de fraudes financeiras de mais de R$ 12 bilhões envolvendo a venda de carteiras de crédito sem lastro ao Banco de Brasília (BRB). Segundo a PF, Vorcaro teria tentado deixar o país antes da operação, informação negada pela defesa.


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Além do dono do Master, foram presos o sócio e ex-CEO Augusto Ferreira Lima; o diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia, Luiz Antônio Bull; o superintendente-executivo de Tesouraria, Alberto Felix de Oliveira Neto; e o sócio Ângelo Antônio Ribeiro da Silva. As prisões foram revogadas pela desembargadora do TRF-1 Solange Salgado, que reconsiderou decisão anterior que havia negado a liberdade. A magistrada concedeu parcialmente o habeas corpus solicitado pelos advogados Pierpaolo Bottini e Roberto Podval, responsáveis pela defesa de Vorcaro.

 

Em sua decisão, Salgado destacou que os advogados apresentaram provas de que a viagem de Vorcaro a Dubai havia sido previamente comunicada ao Banco Central. O deslocamento estaria relacionado à negociação de venda do banco para o Grupo Fictor, que contaria com investidores dos Emirados Árabes Unidos no bloco acionário do Master.


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Com a revogação da prisão preventiva, os executivos ficam sujeitos a medidas cautelares, incluindo uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento periódico à Justiça, proibição de contato entre si ou com outros investigados, permanência em seus municípios e restrições sobre operações financeiras. Os passaportes permanecem retidos.


Fonte: com informações do Correio Braziliense

 

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